(...) A epidemia tornou evidente esta obsessão com o controlo. A sociedade que #ficaemcasa porque vive na ilusão de que se pode matar um vírus que causa a morte natural de pessoas que já estavam à beira da morte natural é a mesma sociedade que aceita a eutanásia destas mesmíssimas pessoas. O que está em causa, portanto, não é a morte em si, mas sim o controlo cénico do homem sobre a morte. Em paralelo, há um medo de fazer perguntas óbvias, porque essas perguntas colocam em causa a necessidade que as pessoas têm de sentir que estão no controlo das coisas. Os estudos mostram que as escolas abertas não são um fator de descontrolo da pandemia, mas a maioria das pessoas exigiu as escolas fechadas porque precisava desse placebo. Há mais perguntas que inquietam: se a população está há semanas em completo desrespeito pelo confinamento, porque é que o número de casos baixou tanto? Será possível que, além do contacto humano, o vírus precise de elementos exteriores à vontade humana (vagas de frio, variantes novas) para se tornar explosivo? E porque é que medicamentos já existentes não estão a ser testados em ensaios clínicos? Porque é que falar de ivermectina é um tabu? Há pessoas que veem aqui teorias da conspiração e os interesses das farmacêuticas. Não, não é isso. A questão é que as pessoas não aceitam o acaso. Não aceitam a hipótese de uma cura descoberta por acaso. Ou seja, não aceitariam a penicilina como medicamento válido. Falta-nos a humildade de Eclesiastes ou da minha avó, ‘A gente não manda nada, filho!’
Henrique Raposo no Expresso
Olá.
ResponderEliminarDiz-se na minha Terra "Que mal por mal, antes cadeia que hospital".
Zé Onofre
todos os dias os mando à MERDA
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