Se por acaso passar algum jornalista por aqui, gostaria de encomendar duas perguntas aos modeladores que todos os dias nos aparecem a falar sobre a evolução da epidemia:
1) o que mudou numa semana para que os pressupostos dos seus modelos tenham sido revistos de forma tão radical?
2) se os modelos mudam radicalmente de resultados em função de alterações bruscas da realidade conhecida, como na semana que agora acaba, que confiança podemos ter no que os modelos dizem hoje sobre o que se vai passar para a semana?
Já dizia o outro que no Brasil bastava virar uma pedra para encontrar um futebolista. Em Portugal em vez de politicos, especialistas e jornalistas só encontramos mais calhaus.
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ResponderEliminarNão fica confusão nenhuma.
ResponderEliminarÉ claro para mim que se trata sempre de indevida e abusiva propaganda governamental.
ResponderEliminarOra aí está: o que se deveria perguntar às alimárias, cavalgaduras ou bestas que vivem da acção jornaleira.
É tudo tão simples. Até a mentira, foi, é, e será sempre simples.