domingo, 30 de agosto de 2020

O que é de mais, é moléstia

Já não tenho pachorra para a conversa do aumento de casos de covid (uma evidente mentira, não há aumento de casos de covid coisa nenhuma, o que há é um aumento, em alguns sítios, de testes positivos para o vírus).


Vamos por partes, começando pelos malandros nos Estados Unidos.


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Ui, ui, chamem o chui para pôr ordem nesta gente toda, não vêem uma segunda onda muito maior que a primeira?


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Quer dizer, se em vez de testes positivos usarmos mortes, parece que a tal segunda onda é bem mais pequena que a primeira.


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tx m.jpg


Afinal parece que aquela curva global dos Estados Unidos é formada pela soma de várias curvas: Nova Iorque comportou-se como a Europa temperada, no tempo e na dimensão da mortalidade, e o Texas comportou-se como os estados do Sul (à mesma latitude, perto da Europa, o que existe mais é mar e deserto, portanto...).


Mas vamos então olhar para o drama francês, que escolhi, entre muitas outras possibilidades, por estar agora com números de casos semelhantes ao da primeira vaga, de Março e Abril.


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Fecha tudo, fecha tudo outra vez, como na Nova Zelândia, já estamos na mesma situação de Março e Abril.


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Bom, em mortos a história parece outra, mas enfim, não se fala nisso, concentremo-nos no que é importante, os testes de laboratório e deixemos a realidade da vida das pessoas para outra altura, que não interessa nada discutir se uma morte é mais ou menos importante que o resultado de um teste de laboratório.

1 comentário:

  1. Hoje no telejornal da SIC o Marques Mendes mostrou um gráfico que eu achei curioso.
    A Suécia estava melhor que Portugal em termos de pandemia. Claro que ele não evidenciou esse ponto. Continuou na senda do alarmismo social. 

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