Já não tenho pachorra para a conversa do aumento de casos de covid (uma evidente mentira, não há aumento de casos de covid coisa nenhuma, o que há é um aumento, em alguns sítios, de testes positivos para o vírus).
Vamos por partes, começando pelos malandros nos Estados Unidos.

Ui, ui, chamem o chui para pôr ordem nesta gente toda, não vêem uma segunda onda muito maior que a primeira?

Quer dizer, se em vez de testes positivos usarmos mortes, parece que a tal segunda onda é bem mais pequena que a primeira.




Afinal parece que aquela curva global dos Estados Unidos é formada pela soma de várias curvas: Nova Iorque comportou-se como a Europa temperada, no tempo e na dimensão da mortalidade, e o Texas comportou-se como os estados do Sul (à mesma latitude, perto da Europa, o que existe mais é mar e deserto, portanto...).
Mas vamos então olhar para o drama francês, que escolhi, entre muitas outras possibilidades, por estar agora com números de casos semelhantes ao da primeira vaga, de Março e Abril.

Fecha tudo, fecha tudo outra vez, como na Nova Zelândia, já estamos na mesma situação de Março e Abril.

Bom, em mortos a história parece outra, mas enfim, não se fala nisso, concentremo-nos no que é importante, os testes de laboratório e deixemos a realidade da vida das pessoas para outra altura, que não interessa nada discutir se uma morte é mais ou menos importante que o resultado de um teste de laboratório.
Hoje no telejornal da SIC o Marques Mendes mostrou um gráfico que eu achei curioso.
ResponderEliminarA Suécia estava melhor que Portugal em termos de pandemia. Claro que ele não evidenciou esse ponto. Continuou na senda do alarmismo social.