Recentemente têm aparecido referências sugerindo, ou mesmo afirmando, que a história falará desta epidemia como um monumental engano que nos levou a adoptar uma cura bem mais prejudicial que a doença.
É muito cedo para ter certezas sobre isso.
Em qualquer caso, uma coisa é clara: há um conjunto de pessoas, muito minoritário, que desde o princípio defendeu que a epidemiologia clássica deveria ser a base da gestão da epidemia e que acrescentar à incerteza associada a qualquer epidemia de uma doença nova a incerteza de aplicação de medidas novas, nunca testadas, era uma opção ultra-arriscada.
Esta posição, perfeitamente legítima, foi completamente cilindrada, pela coligação em que se misturavam os que defendiam medidas inovadoras, uma comunicação social em pânico e que desistiu de cumprir a sua função de informar e políticos com medo de serem acusados de não terem feito tudo o que seria possível para salvar vidas.
Não é grave que aquela posição tenha sido contestada, o que é grave é que, acreditando piamente na necessidade de medidas radicais e tão rápidas quanto possível, a coligação maioritária tenha optado por não discutir diferentes pontos de vista, contendando-se em esmagar eventuais divergências.
Agora estamos todos a pensar como sair da armadilha em que nos metemos, com o grupo maioritário a propôr actuações que, no essencial, são aquilo que a epidemiologia clássica desde o início, sugeria.
Que se pretenda passar a ideia de que não é nada disto, a questão é que ninguém sabia nada de início e agora é que sabemos o que fazer, o que nos permite evitar novas medidas radicais e generalizadas, eu compreendo, mas que não é bonito, lá isso não é.
Se com isto aprendermos que na próxima epidemia (e haverá sempre epidemias) talvez não seja boa ideia irmos atrás de quem pretenda potenciar a incerteza da epidema com inovação de políticas nunca testadas, já não seria mau.
Não é muito cedo para afirmar que a cura da epidemia foi um monumental engano.
ResponderEliminarHá dados na net referentes a Outubro de 2019, falta pouco mais de um mês, e não acredito que até lá morram mais 1500 pessoas, só para igualar os dados da gripe de 2019, porque houve anos em que morreram mais de 5000 pessoas só de gripe.
Por isso é que não compreendo porque é que há tanta relutância em admitir o exagero das medidas e tornar facultativo o que neste momento é obrigatório. Ninguém perdia a face, quem se quisesse proteger usava equipamento de protecção, quem não se sentisse bem em ajuntamentos, não se juntava.
É altura de parar de confinar assintomaticos, parar de isolar idosos e parar com a parvoíce do distanciamento social.
Vejam que o aumento do número de mortos não covid em relação ao ano passado já é largamente superior ao número de mortos covid.
As reacções às prepotências estão a aumentar e são cada vez mais violentas, como recentemente no Peru.
O número de suicídios está a aumentar, a pobreza alastra, será que o objectivo é uma guerra civil?
Ou estamos a preparar o ambiente para o aparecimento de uma Ordem Mundial?
ResponderEliminarCerto. Porém, aquilo que o Henrique (atnto quanto eu percebo) atualmente defende (e com que eu concordo) não é aquilo que a epidemiologia clássica sugere. Aquilo que o Henrique atualmente defende é que não se procure travar a propagação do vírus, ou seja, que não se procure debelar a epidemia, antes se procure, basicamente, apenas tratar os doentes.
O Henrique adotou uma posição irracionalista, basicamente afirmando que não é possível compreender de que forma e por onde o vírus se espalha, e que portanto todos os esforços para procurar impedir a sua disseminação estão condenados ao fracasso, e que portanto, em vez de tentar impedir essa disseminação, devemos basicamente esperar que as pessoas adoeçam e, então, tratá-las.
Ou então, sou eu que entendo mal aquilo que o Henrique defende.
Parece que será isso: uma nova Ordem Mundial? Há que tempos se ouvia que ela vinha sendo preparada na obscuridade do secretismo até poder surgir em todo o seu esplendor no momento oportuno. Mas que sabemos nós?!
ResponderEliminarAgora é um facto que há uma inusitada coincidência dos mesmos temas, das mesmas causas e lutas, em torno das mesmas discussões. É óbvio que há uma tendência que vai na mesma direcção e num movimento simultâneo por esse mundo fora, como se de uma onda gigantesca se tratasse. E não serve o argumento _ sempre à mão para resolver todas as questões sem resposta _ da globalização ou da mera influência do "ar do tempo". É muito mais do que isso. Há uma espécie de imposição silenciosa e transformadora do indivíduo,das mentalidades e dos costumes, da sociedade, enfim, e que está a pôr perigosamente em causa a Civilização Ocidental e a derrubar os pilares que a sustêm.
Entretanto, surgiram duas indicações recentes, uma vinda de Hong-Kong, outra da Rússia (perto da fronteira com a Mongólia), de pessoas que ficaram doentes com covid-19 pela segunda vez. Ou seja, aparentemente, o terem ficado doentes uma vez não lhes conferiu imunidade. O que pode ser muito chato. E pode condenar ao fracasso todas as vacinas que estão a ser preparadas.
ResponderEliminarQue não vale a pena tentar travar a epidemia quando as medidas têm efeitos negativos poderosos e certos e benefícios incertos e frágeis, sempre defendi.
ResponderEliminarIsso não significa deixar de defender os grupos de risco.
ResponderEliminarPois. Eu diria, acima de tudo, que não vale a pena tentar travar a epidemia quando já se verificou que a covid-19 não é a varíola nem o ébola, ou seja, não é uma doença grave, a não ser para uma minoria extremamente minoritária da população.
O vírus é, certamente, extremamente contagioso, porém é inócuo para a vasta maior parte da população e, mesmo quando causa doença, essa doença é insignificante para a vasta maior parte dos atingidos por ela.
Nestas condições, é totalmente disparatado andar a fazer esforços brutais para evitar que o vírus se espalhe.
Eu conheço alguns casais que num só ano ficam várias vezes com gripe. Não estou a ver qual o motivo do espanto. Ficava admirado era se a pessoa tivesse covid e depois de tratada ficasse curada para a vida.
ResponderEliminarTendo em conta a destruição da economia mundial e as mortes devidas a faltas de cuidados habituais não me parece que possam desistir assim da mentira , desde os imbecis da OMS, aos governos, até cientistas de farinha amparo e passando pelos histéricos da comunicação social que criaram e fomentaram o pânico. A população amotinava-se se descobrisse a verdade.
ResponderEliminarCaro Senhor
ResponderEliminarNo 2º trimestre de 2020 a economia caiu, com excepção da China, entre 7 e 20% :
Na grande depressão as quedas da economia não foram nem de longe desta dimensão. Mas as consequências resultantes, humanas, sociais e políticas foram terríveis. ( ( para ter uma ideia, a leitura das "Vinhas da Ira", de Steinbeck dá uma ideia). É que sem economia não há vida como a conhecemos; não existem "telebifes"!
No entanto, as mortes (muito inflacionados, porque qualquer doente terminal de 90 anos que tenha sintomas de Covid 19 é dado como tendo morrido por causa deste último) a nível mundial, e nacional não ultrapassam 1 a 2% das mortes habituais. Para terem uma ideia, uma gripe de inverno habitual, pode , nesse período, ser responsável por cerca de 5 a 10 % das mortes mensais: já algumas vezes confinámos por causa da gripe?
No período de Natal, fim de ano, e férias grandes, as mortes na estrada podem atingir percentagens equivalentes às do Covid: já alguma vez se proibiram deslocções nesses períodos? ou se limitou a 30 Km/h a velocidade máxima?
No entanto os nossos jornais e canais de televisão ( julgo que agora se diz "Merdia" ??), continuam a preocupar-se com a morte de mais um velhote em Pampilhosa do Vale; ou 17 infectados na Grande Porcalhota.
Que eles percam o emprego não me servirá de grande consolo; o que me assusta são as tremendas consequências humanas sociais e económicas que aí poderão vir.
E , os "Merdia", bem como "sonãmbulos " que governam o mundo serão os grandes culpados: Leiam um pouco , estudem o os primeiros 50 anos do século 20, e vejam o monstro que eels podem estar a criar, por omissão e cobardia, por sensacionalismo e vedetismo.
Deus nos proteja, porque a história , quando se repete, é sempre uma tragédia!
Cumprimentos
Vasco Silveira
Posso
ResponderEliminarEsclareça-me quem sff
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ResponderEliminarHenrique Pereira dos Santos,
Lutando para a Paz e para o Sossego a que todos temos direito.
HPS tem sido cada vez mais claro na exposição do que pensa.
ninguem ?
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ResponderEliminarÉ lá agora cedo... OPERAÇÃO COVID não é "monumental engano" nenhum.
Já a falsa pandemia isso sim é um ABSOLUTO e INFINITO LOGRO!
Ainda os casos de constipações/gripe/pneumonia andavam lá pela China e qualquer animal com capacidade para ler e pensar de forma crítica facilmente concluía de que nem estava demonstrada a existência de um novo vírus infeccioso e letal, e muito menos que tal hipotético novo vírus fosse causa para ser acendida a lâmpada da "pandemia"!
Mas enfim... De ignorantes está, comprovadamente, este Planeta cheio.
Mais um epidemiologista de bancada. Portugal não pode desperdiçar tantos gênios que tem aqui
ResponderEliminarHenrique,
ResponderEliminarDesculpe a insistencia. Isso é falta de tempo ou falta de nomes ?
Obg
Samuel
Não é nem falta de tempo, nem falta de nomes, perguntou-me se lhe podia dar nomes, eu respondi que posso.
ResponderEliminarO que não quer dizer que o vá fazer por facilmente os encontra e a sua pergunta não pretende ter uma resposta, não passa de conversa de treta de quem não tem argumentos de substância sobre o post.
Em qualquer caso, no caso português, só para não dizer que não tenho nomes, pode começar pelo Jorge Torgal, mas há mais, muitos mais, internacionalmente.
De resto, isso é completamente marginal para a substância do post.
Bem, no Governo está visto que ninguém lê o Corta Fitas. Estado de Contingência a partir de 15/9: mais pânico na população, mais quedas no PIB! Depois admiram-se no final do ano quando olharem para as contas!
ResponderEliminarAh ja percebi. Manda-se um bitaite e fecha-se a porta. Quer um blog com comentários só para lhe baterem palmas ? Muito bem disse um nome. Jorge Torgal !! Concordamos nesse nome . Não é que o Torgal seja uma referencia no tema, mas sim em Portugal é uma voz algo dissonante. Mas quem mais tem na manga ? Era sobre esses que eu tinha curiosidade. Nao curiosidade nos nomes, mas curiosidade sobre se o HPS tinha coragem de os nomear. Ficámos a saber que nao. Esperava que nomeasse os seus amigos : O informático andre, o romancista pedro almeida vieira, e aquela equipa de especialistas ... Margarida Abreu, Maria de Oliveira, Gabriel Branco, Lourdes Bandeira, Pedro Lameira, Pedro Girão, o Nobre que passou pelos partidos todos e ... o proprio HPS.
ResponderEliminarMas Henrique.... por favor.... não estamos a jogar os distritais. Aqui joga-se a primeira divisão. Meteu o Torgal na baliza, mas faltam-lhe mais 10 !!
PS: Falou de quem nao tem argumentos. Sabe Henrique, neste tema dou-lhe 10 a zero, tivesse o HPS a hombridade de aceitar as criticas