segunda-feira, 6 de julho de 2020

Incompreensível

O Observador (tal como o resto da imprensa), continua a sua clara opção de aterrorizar pessoas a propósito de uma epidemia.


Desta vez é um longo texto - tão longo que consegue ter uma tese base e largas partes de declarações de terceiros que desmentem a tese, sem que os factos cheguem para alterar a opinião da jornalista - sobre o facto de em quatro meses de epidemia (mais ou menos) o Observador conseguir encontrar duas ou três pessoas à roda dos trinta anos que quase morreram, mas na realidade não morreram, com a covid.


O que é incompreensível é que o Observador não tenha aproveitado um texto tão longo para ao menos de passagem falar das 1 a 3 três pessoas, dessas idades, que morrem, mas morrem mesmo, diariamente em Portugal de outras causas, incluindo outras doenças.

9 comentários:

  1. O que é incompreensível é que o Observador somente fale da idade das pessoas (30 anos) e não fale de outras coisas, como a eventual diabetes ou obesidade dessas pessoas.
    É bem sabido que não é somente a avançada idade que torna certas pessoas especialmente suscetíveis à covid, são também condições de saúde, como a doença cardíaca ou a obesidade.
    Ao focar-se somente na idade, o Observador (e outros meios de comunicação, e as autoridades de saúde) estão a escamotear a importância que condições como a obesidade  também têm para a gravidade da covid.

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  2. Fui grande entusiasta do observador. Hoje mal o abro.

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  3. Depois anda tudo à nora, zangados até, porque não há turismo. 

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  4. . Aprende a gostar de ti .
    ...
    Muita saúde.
    Cumprts de: 
    ler é o melhor remédio - nos tempos livres
    https://lereomelhorremedio.blogs.sapo.pt/

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  5. Entao mas o observador só é bom quando publica textos do gabriel branco, andre dias, maria de oliveira, o casal tribolet ????   Essas sumidades de doenças infecciosas ?

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  6. Tem muita razão no que diz. 
    O problema não é tanto os efeitos nefastos que a COVID pode provocar (que acredito), mas os efeitos nefastos que outras doenças negligenciadas podem provocar a curto médio prazo...
    Neste momento os centros de saúde não estão a aceitar marcações. Pessoas idosas e com doenças crónicas não estão a ser devidamente seguidas. 
    Não compreendo como isto é considerado normal. 
    Acho que a loucura a que chegámos vai ser um interessante caso de estudo.  

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  7. Se o problema da enfermeira foi um teste positivo, bastava fazer outro teste de outro fabricante com critério diferente e o resultado já lhe dava negativo.


    Mas até aposto que para ela NENHUM dos médicos recusou colocá-la em "ventilação mecânica" algo que curiosamente um médico do Porto declarou publicamente que "RESISTI SEMPRE às várias tentativas dos meus colegas de o ventilarem mecanicamente" e acabou por não ser ventilado! E depois arranjou dois testes que deram negativo e pronto "Estou curado"...



    A enfermeira que estude para ser médica que assim para a próxima gripe/pneumonia já pode recusar o fantástico auxílio!

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  8. Se é considerado normal pelos mérdicos NUNCA será caso de estudo... E se alguém desocupado decidir analisar o divertido comportamento durante a época de gripe 2019/200 e chegar a uma conclusão de insanidade, o estudo será arrumado para canto e queimado numa bela fogueira.

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