"37% foram infetados em lares, 33% nas próprias casas, 15% no trabalho, 7% em contexto social e 6% em instituições ligadas à prestação de cuidados de saúde."
Já sei, seria muito pior sem confinamento, a amostra não é representantiva, que é num contexto excepcional, que se andasse tudo na rua era isto a somar ao resto, etc..
A informação é imperfeita, tem limitações, etc., mas que responsabilidade tenho eu se a informação empírica, cheias de imperfeições, claro, aponta sempre no mesmo sentido?
No sentido inverso existem modelações matemáticas, bom senso, lógica e juras de que não sabemos nada, já quanto a informação verificável, népias.
Sabemos alguma coisa, a informação é imperfeita mas pela parte que me cabe não vejo qualquer utilidade em substituir dados reais por modelações matemáticas para tomar decisões que têm impactos dramáticas na vida quotidiana de milhares de pessoas.
o mal não está da matemática, mas em quem não a sabe usar
ResponderEliminarcomo é que acha que o vírus entra nas casas e nos lares?
ResponderEliminarSe não vê utilidade na modelação, talvez fosse melhor deixar de usar os números de mortes por gripe do CDC.
ResponderEliminarhttps://www.washingtonpost.com/business/2020/05/02/theres-more-accurate-way-compare-coronavirus-deaths-flu/
Pela janela
ResponderEliminarhttps://dicionario.priberam.org/confinamento (https://dicionario.priberam.org/confinamento)
ResponderEliminarPelo buraco. Da fechadura.
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ResponderEliminarO post é bom. E é sóbrio — num tema em que a sobriedade não é ajudada.
Claro que ninguém pode afirmar algo sobre o que não se sabe.
Mas podemos sentir que há algo impalpável e que nos dá 'certezas' ou, quiçá, segurança de pensamentos. Acima de tudo, quando estamos rodeados por aquilo que eu considero mentira. Entre uma mentira e uma incerteza, eu nego a mentira. Mas sei que incerteza é incerteza.
Creio ter-me explicado.
ResponderEliminarPereira dos Santos,
para compor isto tudo a Marta [que não é dos seguros OK] afirma haver erros de números porque há coisas que não são possíveis de automatizar. Um atestado que há gente que não sabe pensar.
Se trabalhassem, em vez de estarem confinados, sempre laureavam a pevide e dormiam com os/as amantes.
ResponderEliminarPoupava-se a contaminação caseira.
Ou comessem em restaurantes e depois acampassem ao ar livre. A ver se a contaminação doméstica não baixava logo...
ResponderEliminarnos lares, por exemplo, não se trabalha, é confinamento total.
ResponderEliminarDeviam colocar os velhos ao ar-livre
ResponderEliminaré a única solução. assim como as unidades de cuidados intensivos deviam ser ao ar livre.
ResponderEliminarCompletamente. Funcionários, médicos, enfermeiras, entubados, tudo ao ar livre e a dormir ao relento.
ResponderEliminarContra o confinamento, lutar, lutar!