Ainda sou do tempo em que se debatia uma revisão constitucional que retirasse ideologia ao regime e da discussão sobre limites da intervenção do Estado na vida das pessoas. Às vezes, à mesa do jantar, ainda recordo saudoso aos meus filhos incrédulos esses ideais ambiciosos. A dívida que nos sobrou da crise de 2011 não nos deixou só pobreza, tolheu-nos as aspirações.
terça-feira, 7 de janeiro de 2020
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