sexta-feira, 23 de outubro de 2026

«Oh pá, estou acampada numa acampada popular pela habitação contra o genocídio!»

Uma «acampada», substantivo, é uma invenção de extremistas espanhóis, que os candidatos a okupas  de casas e praças, o jornalixo, e os ISCTEs desta vida sorveram gulosamente. Os media portugueses fariam melhor se usassem a língua portuguesa, e não a versão gritada em comícios da extrema-esquerda-kefiada ["Qual é o rio e qual é o mar?"- "Aaahhn, é o Mar Negro. E o rio?! É aquele que corre junto a Gaza"]. Que tal se utilizassem a expressão «acampadas, exclusivamente, para referir um grupo de mulheres que foi acampar?! Para maior ganho de todos poderiam deixar de usar a palavra «arruada», outra parvoíce deslumbrada.

Em vez de dignificarem o ajuntamento de umas dezenas de gatos pingados com a expressão «Assembleia Popular» - afinal, estamos numa democracia representativa, a bota totalitária da «democracia popular» não pegou cá - os media podiam preocupar-se mais, por exemplo, com a cobertura das assembleias municipais (embora, evidentemente, não tenham o mesmo grau de sujidade e emoção, e os processos e conteúdos sejam difíceis de compreender na falta substancial de neurónios).

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