O problema das "Fake News" é culpa das "empresas privadas" (leia-se redes sociais) que só têm em vista o lucro? Seria melhor o Estado tomar conta das redes sociais e monitorizar o comportamento dos cidadãos e atribuir-nos pontos e penalizações?
Quando o António Costa reclama que o CDS e o PSD votaram contra o serviço nacional de saúde ou quando a Marisa Matias afirma que deputados portugueses votaram contra o salvamento de refugiados no mediterrâneo, a responsabilidade é das redes sociais e do Mark Zuckerberg?
Quando um assunto como a limitação da liberdade de expressão começa a ser discutido como se isso fosse plausível temos de ficar alerta. Do que nos apercebemos é dum enorme esforço de pressão sobre estas plataformas e os seus responsáveis de modo a comprometê-los com critérios subjectivos de avaliação política aos conteúdos, de acordo com o "pensamento oficial". Afinal, num mundo global, a China é já aqui ao lado, não é?
quinta-feira, 7 de novembro de 2019
Sinal de alerta
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A limitação da liberdade de expressão já há muito tempo que existe em Portugal, que tem sido repetidamente condenado (já para aí umas duas dezenas de vezes) pelo Tribunal Europeu dos Direitos do Homem devido a aplicações demasiadamente abrangentes, por parte dos juízes portugueses (os quais podem continuar ad infinitum a julgar mal, pois nunca sofrem as consequências pecuniárias dos seus maus julgamentos - uma coisa que conviria alterar), dos direitos dos Homens Bons ao seu bom nome.
ResponderEliminarAparentemente, o João Távora não se rala com estas limitações recorrentes da liberdade de expressão...
jn m.,m .m
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