Eu acho que faz falta uma designação, um rótulo, qualquer coisa que defina a guerra cultural travada pelos progressistas quando não estão entretidos a estatizar a nossa existência. Chamem-lhe albertina se quiserem, mas por favor não enfiem a cabeça na areia.
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A burguesia revolucionária
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ResponderEliminarOlhe Távora,
ResponderEliminarEsqueci-me. Ou tenho antepassados judeus; os que conheci e os de quem ouvi falar eram bons. Globalmente têm boa mioleira. Mas a nódoa cai em qualquer pano.
E tenho tenho antepassados alemães: logo sou fassscista. E judeu. Deixem-me rir...
Sem dúvida, caro confrade João, há que chamar os bois pelos nomes.
ResponderEliminarSaudações Blogosféricas!