Toda a vida pensei ser natural de São Sebastião da Pedreira por ter nascido na Maternidade Alfredo da Costa como a maioria dos lisboetas. Hoje em visita à minha mãe caí na asneira de confirmar esse dado (a propósito de raízes e geografias familiares), e foi com grande consternação que fiquei a saber que na verdade fui dado à luz na… Avenida da República. Foi no nº 18 onde naquele tempo havia uma maternidade, uma tal de Clínica Promater.
Consola-me o facto da sua denominação até à revolução do 5 de Outubro ter sido Avenida Ressano Garcia. Sim, a toponímia moderna é um instrumento de propaganda política.
Fotografia de João Goulart in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
sempre me interessei pelo mundo onde vivo
ResponderEliminarnas suas 'vertentes' ou 'transversalmente' por ser 'incontornável'.
admiro particularmente o rei D. Fernando II, segundo marido de D. Maria II.
muito lhe deve o turismo. as cartas aos filhos estão escritos num português impecável. não aceitou a fusão ibérica que lhe propusram.
descobri que não existe um beco que o recorde. infelizmente não é o único.
este rectângulo social-fascista é uma MERDA que fede horrivelmente
na Porta da Loja podem ouvir o samba do Lula
Viva! Fica mal dizer mal da nossa pátria, devemos ser potugueses agradecidos por viver num país democrático, sem radicalismos, um país de gente trabalhadora, com um grande presidente da republica!!!
ResponderEliminarHumildade sempre, campeão!
A toponímia moderna e a antiga.
ResponderEliminarRessano Garcia ou Avª Dª Amélia não eram nomes neutros.
Nem os nomes religiosos que cobrem toda a cidade, penso que o bairro da Sé tinha outro nome em 1146.
Até ao século XIX a toponímia era dominada por nomes de profissões, frutos, árvores, astros e santos.
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