António Costa abandona o barco e eis que é cooptado para presidente da Câmara Municipal de Lisboa um portuense desconhecido, à revelia dos lisboetas. E depois queixam-se da falta de confiança nas instituições políticas e da abstenção.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Justiça e povo: um divórcio perigoso
O Supremo Tribunal espanhol decretou que pessoas que atravessassem a fronteira numa zona onde não existissem «barreiras físicas» não poderia...
-
"Grossa asneira" foi como um amigo meu classificou o que fizeram Fernando Alexandre e Alexandre Homem Cristo. Quando perguntei qua...
-
Li esta frase num texto de um comentador que leio habitualmente com gosto e proveito, no meio de outras como "segundo qualquer observad...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
Que eu saiba o cargo de presidente de câmara é um cargo nominal.
ResponderEliminarQuando os lisboetas votaram elegeram o sr. António Costa, não elegeram o partido. Portanto em democracia deve haver novas eleições.
Acho que merecemos uma DEMOCRACIA e não uma partidocracia!
O que disse o PS sobre a legitimidade de Santana Lopes como vice-PM quando Durão Barroso saiu com licença de Sampaio?
ResponderEliminarIn the bull's eye.
ResponderEliminarÉ muita falta de cosideração. Não se estimam as pessoas, é a cegueira do poder e do protagonismo.
ResponderEliminar
ResponderEliminarSe não mexer no bolso do pessoal seja amanhã seja daqui a dez anos (na tugulândia diz-se obra (etimol.: opera xuxialisz)...já é excelente