Este ano escolar nasceu caoticamente. O Ministro parece ter perdido o seu estado de graça. Já o intitularam o pior ministro da Educação de sempre, o que, aliás, é uma desonra para Tiago Brandão Gonçalves e João Costa, os merecidos detentores desse galardão. Não obstante, é insofismável a confusão reinante.
Faltam professores e são muitos os alunos sem colocação em escola alguma. Os sindicatos atiram-se à tutela, os docentes criticam a falta de meios e os pais e os discentes reclamam. Fernando Alexandre, por seu turno, revela-se um péssimo comunicador, e o que diz, quando diz, muito aproveita aos seus detractores.
Quase sem excepções, verifica-se é nas escolas da Grande Lisboa e da área metropolitana do Porto que estas falhas se fazem sentir. E o consequente improviso também. O Ministro utilizou ontem um sofisticado eufemismo para anunciar que novas salas de aulas serão criadas... dentro de contentores.
Mas a razão que apontou para esta conjuntura é perfeitamente realista: a população estudantil cresceu desmesuradamente. E assim à conta dos alunos, decerto na ordem dos milhares, oriundos das famílias de imigrantes já com a sua vida organizada entre nós.
Ou seja: o problema é, tão-só, mais um afloramento da situação criada pela governação socialista de má memória, e soma-se ao da escandalosa habitação proporcionada a quantos cá chegaram em busca de um futuro melhor; e ao desemprego de tantos ou à escravidão laboral a que foram sujeitos.
A Esquerda rejubila. Porque pôr o dedo na ferida será sempre pretexto para atiçar o seu hipócrita discurso antixenofobia. E António Costa, posto na presidência do Conselho Europeu, já nem se lembrará dos desmandos legislativos da sua responsabilidade que a todos nos fazem sofrer. Eis o seu inocultável contributo para um PS na Oposição e para a desgraça de uma democracia estabilizada.
É isto a República Portuguesa, o nome oficial do que, corriqueiramente, se chama Portugal.
No serviço de saúde passa-se o mesmo. Assim como na Segurança Social que apesar de tanta demografia importada, está cada vez mais falida. Basta voltar a colocar os muchachos do Costa no poder - com o Dr. Carneiro à cabeça do rebanho de ovelhas - e vão ver. No dia a seguir, reinará a tranquilidade na côrte mediática e todos estes problemas "desaparecerão" .
ResponderEliminara população estudantil cresceu desmesuradamente
ResponderEliminarNuma era em que tudo é quantificado e não podemos dar um traque sem que o Jeff Bezos saiba, este tipo de fenómenos continuam a apanhar os decisores de surpresa?
O descalabro na Educação começou com o perigoso Guterres quando propositadamente facilitou a passagem dos alunos com várias negativas.
ResponderEliminarDepois veio a disciplina de Cidadania que é o comunismo para crianças onde basicamente se aprende a ser burro.
Pinócrates e o comunista Costa continuaram a estraçalhar a vida dos alunos nos anos seguintes, sendo que entretanto, obrigaram à adopção do Acordo Ortográfico no ensino do Português.
Hoje em dia, os alunos mal sabem ler e escrever correctamente.
Foi lançada as bases para o aumento da burrice para as próximas décadas.
Tudo isto teve a aprovação dos canalhas dos eleitores.
O socialista Montenegro, mal chegou ao governo e aumentou os salários para a classes dos professores para continuarem a malhar nos alunos.
A burrice é generalizada na sociedade portuguesa, tanto que poucos sabem identificar Montenegro e Ventura como socialistas.
De qualquer maneira, em termos históricos, a classe dos professores está quase no fim; serão substituídos pelo e-learning, IA ou qualquer coisa similar; restarão muito poucos.
Lutar contra todos estes canalhas, faz-se conscientemente e começa-se pelas reformas estruturais ou espera-se que a pressão financeira aumente de forma intensamente suave para implementarem-se os ajustamentos intensamente suaves.
Compete aos pais dos alunos resolverem as questões de educação dos filhos.
Imagino que não arranjou lugar na escola pública, nem teve dinheiro pra entrar na privada. As carências são evidentes …
Eliminarmais um afloramento da situação criada pela governação socialista de má memória
ResponderEliminarDiscordo.
Os imigrantes estão cá porque são precisos para trabalhar.
Os filhos dos imigrantes são tão necessários quanto os pais deles, para ver se Portugal consegue ter ma próxima geração de portugueses - mesmo se esses portugueses forem de uma raça não-europeia.
Compete ao Estado ajustar os sistemas de saúde e educação por forma a acomodar os imigrantes e os seus filhos.
O mal não está em haver imigrantes nem em esses imigrantes terem filhos: o mal está em o Estado não ter previsto estas alterações demográficas e não ter trabalhado para as acomodar.
Não podemos recusar o futuro.