(...) E, de facto, o lero-lero socialista e sindical criou uma "aristocracia" de privilegiados que têm objectivamente mais direitos do que os outros. Não, não é apenas funcionalismo público. Os "direitos adquiridos" não protegem os mais fracos no mundo das empresas, porque estão centrados na protecção dos trabalhadores mais velhos do quadro. Ao sacralizar o posto de trabalho do trabalhador antigo, a lógica sindical está a proteger quem está dentro do sistema, os insiders, e não os mais fracos, os outsiders (desempregos e jovens à procura do primeiro emprego). O mesmo se passa com a segurança social. Tal como existe, o sistema só beneficia quem já tem reforma, descurando em absoluto as reformas dos mais novos. Moral da história de Alesina e Giavazzi? Se está mesmo interessada nos mais desfavorecidos, a esquerda devia abraçar as reformas liberais. (...) Ler mais, aqui»»»
E o palhaço era o Grillo?
ResponderEliminarA verdadeira defesa do igualar por baixo.
ResponderEliminarComo é possível que haja quem pense ter o direito adquirido à habitação quando há gente sem casa? Temos de por toda a gente na rua.
Como é possível que haja gente que tem o direito adquirido ao trabalho quando há gente que não tem o trabalho? Todos para a rua.
Como é possível que os velhos de hoje se possam reformar se ainda não garantimos as reformas dos recém-nascidos? Velhos sanguessugas, vão trabalhar.