Mas porque assim tinha que ser, ou Deus assim mandou, foi-se-nos o ideal solidário e deixámos que viesse ao de cima o conforto da indiferença, trocámos o desagrado do dia-a-dia pelos arcos-íris da realidade virtual.
J. Rentes de Carvalho, como um mestre.
Antes do escrito: Ana Sá Lopes tem hoje uma crónica delirante (o contrário é que seria de estranhar) no Público em que faz uma coisa habit...
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