domingo, 19 de janeiro de 2014

Direitos humanos, Filipe?

 


Se achas que as "reenvidicações fracturantes" são "direitos humanos" não sei o que te diga. Nem parece teu.


 


P.S. Estão vedados os comentários aos teus posts... vai por este meio.  

5 comentários:

  1. Com um grão de sal,  João:joguei  com a linguagem  dos reivindicadores.
    A minha posição é simples: nada  a opor quanto à coadopção, porque não podes ter um polícia debaixo da cama: uma mulher solteira  adopta ( já é assim há muito) e tem uma namorada. Vais fazer o quê ?
    Quanto à encomenda de crianças por casais pms, voto contra ( noutro número do no comments expus isso mesmo),

    abraço tipo baile do Arouca

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  2. Se não nos podemos opor à coadpção por não podemos controlar os gays que levam as crianças para casa, sempre podemos denunciá-los. O seu reconhecimento de impotência não é impedimento para que se oponha. De facto, como diz, não é questão nenhuma da "direitos humanos", é só uma questão de agenda da comunidade gay e cabe-nos evitar que as crianças não sejam instrumento dessa agenda. A sua pergunta "vais fazer o quê?" é derrotista.

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  3. Caro FNV,


    Desde que a co-adopção seja universal e não "amarrada" a qualquer tipo de orientação sexual (ex. fassista-marialva, duas irmãs solteironas), parece-me bem. Mas não é essa a discussão que se está a ter.

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  4. Eu basicamente subscrevo o comentário do Carlos Duarte Filipe. A discussão está profundamente pervertida. Depois, questões como da agenda fracturante, como aborto (a mais aberrante) são do âmbito dos direitos humanos1? Nem com sal nem com uma salada e ovo a cavalo.


    Abraço tipo Manel.

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