Se achas que as "reenvidicações fracturantes" são "direitos humanos" não sei o que te diga. Nem parece teu.
P.S. Estão vedados os comentários aos teus posts... vai por este meio.
Se achas que as "reenvidicações fracturantes" são "direitos humanos" não sei o que te diga. Nem parece teu.
P.S. Estão vedados os comentários aos teus posts... vai por este meio.
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
Um abraço tipo Matic.
ResponderEliminarCom um grão de sal, João:joguei com a linguagem dos reivindicadores.
ResponderEliminarA minha posição é simples: nada a opor quanto à coadopção, porque não podes ter um polícia debaixo da cama: uma mulher solteira adopta ( já é assim há muito) e tem uma namorada. Vais fazer o quê ?
Quanto à encomenda de crianças por casais pms, voto contra ( noutro número do no comments expus isso mesmo),
abraço tipo baile do Arouca
Se não nos podemos opor à coadpção por não podemos controlar os gays que levam as crianças para casa, sempre podemos denunciá-los. O seu reconhecimento de impotência não é impedimento para que se oponha. De facto, como diz, não é questão nenhuma da "direitos humanos", é só uma questão de agenda da comunidade gay e cabe-nos evitar que as crianças não sejam instrumento dessa agenda. A sua pergunta "vais fazer o quê?" é derrotista.
ResponderEliminarCaro FNV,
ResponderEliminarDesde que a co-adopção seja universal e não "amarrada" a qualquer tipo de orientação sexual (ex. fassista-marialva, duas irmãs solteironas), parece-me bem. Mas não é essa a discussão que se está a ter.
Eu basicamente subscrevo o comentário do Carlos Duarte Filipe. A discussão está profundamente pervertida. Depois, questões como da agenda fracturante, como aborto (a mais aberrante) são do âmbito dos direitos humanos1? Nem com sal nem com uma salada e ovo a cavalo.
ResponderEliminarAbraço tipo Manel.