segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Uma outra resposta

As estatísticas informam-nos que no espaço de uma geração, reduziram-se a pouco menos de 10% os católicos praticantes em meios urbanos. Tenho muitas dúvidas que o consumo, o bem-estar e o entretenimento, sejam respostas capazes às profundas inquietações existenciais e carências do Homem. Por outro lado, estou convicto que o encontro intimo com a mensagem de Jesus Cristo é uma recurso disponível e gratuito contra muitos dos padecimentos, os quais a Igreja Católica (no sentido do seu conjunto de crentes) enquadra e dá resposta; sofrimentos esses que doutro modo degeneram facilmente em complexas doenças mentais dificilmente aplacáveis, mesmo com muito dinheiro, Filipe.

3 comentários:

  1. Hummm.. por acaso estava para abordar o tema ( como dizem nos colóquios) no DC. Nem tanto ao mar nem tanto à terra, mas não temo o lado espiritual nem religioso e por isso até acho que vais gostar. Não tenho coleira, sou  um rafeiro, sabes.

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  2. Todos temos uma coleira, Filipe. Parece-me que a pretensão de que não a temos é uma daquelas bem pesadas com a

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  3. Não, não temos. Um rafeiro é despretensioso. Ao menos isso.

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