Ainda assim a questão base parece-me que reside na equívoca arquitectura regime. Cavaco usou a margem que possui e passa duma visão minimal dos poderes do Chefe de Estado para a oposta: traído pelas disputas entre Portas e Passos Coelho e sem consideração pelo parlamento eleito assumiu o risco de gerir a agenda politica. Apesar dos portugueses alimentarem simpatias por homens providenciais receio bem que a coragem revelada resulte afinal numa trágica imprudência. De resto, perante este cenário, pouco compensadora é a severa lição dada a Paulo Portas a quem definitivamente lhe escapa a História.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Quantos são? Quantos são?
Tenho cada vez menos paciência para o jornalismo (onde incluo o comentário, até porque está cada vez mais difícil separar notícia de opinião...
-
"Grossa asneira" foi como um amigo meu classificou o que fizeram Fernando Alexandre e Alexandre Homem Cristo. Quando perguntei qua...
-
Li esta frase num texto de um comentador que leio habitualmente com gosto e proveito, no meio de outras como "segundo qualquer observad...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
O que é preciso na falta de ELEIÇÕES:
ResponderEliminara) Acabar com Paulo Portas no Congresso; chega de trica, estados de alma, desinteresse pelo interesse público, e futilidade. Os militantes que reganhem juízo que vem faltando desde há anos.
b) O PSD : Passos Coelho convide Rui Rio e emigre junto com os "putos" maravilha.
c) O PS: o ser ôco tem que acabar, desunhem-se, digam o "que" querem mesmo, sem a boca cheia de investimento e crescimento.
ou,
ou,
d) ...manifs, turbulência...com mais uma subida de impostos e corte no rendimento;
Cavaco raramente esquece e nunca perdoa
ResponderEliminar
ResponderEliminarNão sei se o Presidente assumiu riscos entrincheirado que esteve num discurso de "nim" de difícil tradução para leigos e, se calhar ainda de mais difícil compreensão para eruditos políticos.
Nota esclareciimento: nada me move contra o Cidadão Anibal Cavaco Silva, assim como nada me moveu contra o Jorge, o Mário, o António o Américo, etc. O q eu questiono é a inutilidade/dispensabilidade da instituição "PRESIDÊNCIA DA RÉPÚBLICA". Pergunto: a Assembleia da Répública não será mais q suficiente para representar Portugal ? Será q o nosso País comporta uma tão gigantesca manutenção de uma instituição de duvidosa utilidade, principalmente num Pais tão pobre como o nosso ?
ResponderEliminar