quarta-feira, 10 de julho de 2013

Reservas morais

Pedro Braz teixeira no Jornal i: 


O verdadeiro tema deste artigo é a reserva moral de que o CDS mostrou dispor, a capacidade de reprovar - publicamente - a falta de ética do seu líder.





3 comentários:

  1. E se mudassem de líder e deixassem de ser um clube de amigos de socialistas ultramontanos?
    Reforma do Estado? Nem vê-la...
    As críticas vieram da ridícula oposição interna que é tão má ou pior.
    É tempo de se mudarem do largo do caldas para o vaticano e deixarem trabalhar quem quer cortar na despesa.

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  2. João,

    O artigo reflecte bem essa reserva moral que no Partido Popular deve existir.
    Mas, o Partido Popular não pode ficar com as meias palavras.
    Para um partido que defende a economia livre, o Estado sustentável, não pode o líder fazer de conta que não percebe as consequências.

    Mais, a não ser que ignore a realidade, vamos ter Paulo Portas com o discurso de Seguro, do "crescimento", e balelas parecidas? Acaso têm consciência do que realmente se está a passar fora dos Urais e do Cabo da Roca? 
    Vai ter que dar o dito por não dito na reforma do Estado...só ele não percebeu.
    Acha que vai em roncos de crescimento para a Troika? Só ele não percebeu.
    Ele não percebeu ... que a realidade é como é independentemente de paleio dos FMI, ou da Comissão. Esta gente anda a dar paleio para o pessoal entreter porque a politica é espectáculo.
    Mas só ele não percebeu (...claro os Schulz, os Seguro, os outrora Hollande) que a aritmética vale e vai valer até final...e o zero existe.

    Assim, pôr a Sociedade Civil a discutir na praia, a pensar melhor com umas sardinhas (têm omega 3 e 6), com uns banhos e ... Setembro votar.
    No Congresso do CDS, tirar o custo futuro...

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  3. Em Congresso, demitir. Só assim o Partido Popular ganhava na limpeza pela ética pública.

    A ganga desaparecia. Podia ser-se táxi a curto prazo...mas deixá-lo : já fomos.

    O país?
    O mito dos mercados:
    Obviamente, haveria sobressalto; mas não haverá na preparação do Orçamento, ou na reforma do Estado que impõe gente capaz e competente (com conhecimento e com ideologia (o saber da política)) a liderá-la.

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