quinta-feira, 11 de julho de 2013

O despertar do semi-presidente e outras desgraças

Ainda assim a questão base parece-me que reside na equívoca arquitectura regime. Cavaco usou a margem que possui e passa duma visão minimal dos poderes do Chefe de Estado para a oposta: traído pelas disputas entre Portas e Passos Coelho e sem consideração pelo parlamento eleito assumiu o risco de gerir a agenda politica. Apesar dos portugueses alimentarem simpatias por homens providenciais receio bem que a coragem revelada resulte afinal numa trágica imprudência. De resto, perante este cenário, pouco compensadora é a severa lição dada a Paulo Portas a quem definitivamente lhe escapa a História. 

4 comentários:

  1. O que é preciso na falta de ELEIÇÕES:

    a) Acabar com Paulo Portas no Congresso; chega de trica, estados de alma, desinteresse pelo interesse público, e futilidade. Os militantes que reganhem juízo que vem faltando desde há anos.

    b) O PSD : Passos Coelho convide Rui Rio e emigre junto com os "putos" maravilha.

    c) O PS: o ser ôco tem que acabar, desunhem-se, digam o "que" querem mesmo, sem a boca cheia de investimento e crescimento.
    ou,
    ou,
    d) ...manifs, turbulência...com mais uma subida de impostos e corte no rendimento;

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  2. Cavaco raramente esquece e nunca perdoa

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  3. Não sei se o Presidente assumiu riscos entrincheirado que esteve num discurso de "nim" de difícil tradução para leigos e, se calhar ainda de mais difícil compreensão para eruditos políticos.

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  4. Nota esclareciimento: nada me move contra o Cidadão Anibal Cavaco Silva, assim como nada me moveu contra o Jorge, o Mário, o António o Américo, etc. O q eu questiono é a inutilidade/dispensabilidade  da instituição "PRESIDÊNCIA DA RÉPÚBLICA". Pergunto: a Assembleia da Répública não será mais q suficiente para representar Portugal ? Será q o nosso País comporta uma tão gigantesca manutenção de uma instituição de duvidosa utilidade, principalmente num Pais tão pobre como o nosso ?

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