A propósito da investidura do Rei Guilherme Alexandre dos Países Baixos, aqui estão os meus comentários sobre a questão do regime de chefia de Estado no noticiário das 20,00hs do Correio da Manhã TV do passado Sábado, dirigido por João Ferreira e com a participação de Aberto Miranda da revista VIP.
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Muito bem. Claro, conciso. Os custos da República não são só económicos mas também os custos da desagregação e do abastardamento.
ResponderEliminarabraço
Obrigado pelas suas simpáticas palavras, João.
ResponderEliminarAbraço!
Deixam de parte o pormenor do nosso Presidente da República ao ser eleito democraticamente tem legitimidade para muito mais funções do que um Rei numa monarquia constitucional.
ResponderEliminarUm Rei de uma monarquia constitucional a única coisa que faz é representação externa e interna do Estado, sem autonomia.
O nosso Presidente da República, para além de fazer isso, com alguma autonomia, actua também como Poder Moderador; tem actuação política, através do veto político e actua como Garante da Constituição, através de mecanismos de fiscalização da constitucionalidade. Tem também intervenção na escolha do Primeiro-Ministro e nas nomeações dos Ministros e pode proceder à dissolução do Parlamento, se achar necessário.
Além disso, os gastos da Presidência ou da Casa Real dependerão bastante da pessoa concreta no poder e da sua vontade, e do controlo realizado pelo Parlamento.
Se o nosso Presidente for muito gastador, nas eleições seguintes posso escolher outro. Já com o Rei....