Perante o estado de excepção em que decorre esta legislatura, pergunto-me como os comentadores regimentais conseguirão manter crescente o seu tom de hecatombe. Há mais de dois anos que se esganiçam, não tarda ficam afónicos (ou sem vocabolário).
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
João, se alguém se desse ao trabalho de compilar as previsões de oposições e comentadores de há dois anos para cá (começando pela previsão de folgas no primeiro orçamento de Gaspar que o PS jurava que existiam) chegaria rapidamente à conclusão que os desvios de previsão de Gaspar são trocos quando comparados com os desvios de previsão dos que o criticam por não ser o Zandinga (que, como se sabe, era o único que nunca falhava uma previsão).
ResponderEliminarhenrique pereira dos santos
ResponderEliminarNão se rale com a falta de vocabulário. O governo trabalha afincadamente para o fornecer fazendo cada vez pior e falhando cada vez mais.
Convém não esquecer que quem tem de acertar previsões é quem governa não é a oposição. Até parece que o governo é da oposição.