Por se fazer passar por algo que não era, Baptista da Silva foi apodado rapidamente de “fraude" - curiosamente não o foi pelas afirmações mentirosas que tanto seduziram o sub-director do jornal Expresso. Se não fosse o seu falso curriculum, teria algum jornalista contestado os seus erros factuais e “raciocínios? Qual o preço desta bizarra condescendência indígena?
Obrigatória a leitura desta crónica de Pedro Braz Teixeira
È de notar que isso será verdade também para os que agora cavalgam montados no gozo e na indignação, mas ficaram calados enquanto o homem dizia o que dizia porque pensaram que era o que dizia ser.
ResponderEliminarÉ esse o ponto. I. Rodrigues. A "autoridade" que confere credibilidade em vez da própria substância, que dá trabalho analisar.
ResponderEliminarO preço, não. O motivo, é fácil: gauche
ResponderEliminarO Preço é a miséria de País que temos, Nuno.
ResponderEliminarForte abraço!