Hoje mal paro uns segundos à janela. No máximo, quando está bom tempo, leio à varanda, que não tenho tempo para desperdiçar. Mas, da rua ao fim da tarde, ao chegar a casa, cumprimentando o merceeiro e a vizinha que passa, vislumbro uma cena docemente familiar: a minha filhota, na janela da cozinha, de sorriso franco que me acena boas vindas.
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