Gostar de futebol a sério é viver a vertigem dum derby. É assumir uma apaixonada rivalidade. É agigantar as expectativas e atirar os foguetes todos, mesmo antes da festa. Desdenhar os rivais, arranjar lenha para nos queimar. É a desonestidade intelectual com antecipado perdão. É um jogo perigoso para uma eufórica glória... ou apenas uma efémera desilusão. Uma amável e salutar criancice.
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Domingo
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ResponderEliminarÉ conseguir gerar mais violência que uma greve geral de 5 milhões de trabalhadores.
ResponderEliminarPois é. Sou avessa ao futebol, mas sou do Benfica porque cá em casa os homens são do Sporting e não perco um jogo da selecção. Nem um Benfica-Sporting!
ResponderEliminarQue ganhe o melhor para nos dar motivo de "mandar bocas" durante uns dias...eheh
e se vê sempre
ResponderEliminarA imagem diz mais que mil palavras.
ResponderEliminarEnquanto Stromp sorri, sabendo que é dentro do campo que se vencem os jogos.
Cosme Damião vai trocando presentes com um elemento exterior ao desafio, seria o presidente dos árbitros?
Quanto ao comentador que fala em onze estrangeiros dum lado e onze estrangeiros do outro, dir-lhe-ei que do lado do Sporting de Portugal é provável que joguem:
Patrício
J. Pereira,Carriço,Polga e Evaldo
Pereirinha, André Santos e André Martins
Schaars, Wolfswinkel e Capel
Oito portugueses (sim, Evaldo e Polga são portugueses por naturalização como Liedson, Pepe ou Deco, por exemplo) dois holandeses e um espanhol; não me parece mal.
Uma equipa e três Reinos (Portugal voltará a ser um Reino como era aquando da fundação do clube com Portugal no nome) europeus representados.
Do outro lado sim, uma união de repúblicas sul-americanas...
1. O lá de cima falou em "quase onze". É só ler.
ResponderEliminar2. Rui Patrício; João Pereira, Onyewu, Polga, Ínsua; Daniel Carriço, Schaars, Elias, Matías Fernández; Capel e Van Wolfswinkel.
É uma pena não poderem perder os dois, tal como as equipas entre o 1º e o 7º lugar inclusive... no fundo deviam era dar o campeonato à única verdadeira equipa de futebol de Portugal! Que por acaso está em oitavo, mas só por culpa das arbitragens e afins.
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ResponderEliminarQuando é necessário - se julga apropriado, pelo menos - colocar os "adeptos" enjaulados atrás de uma rede; quando há que sujeitar os "adeptos" (e com boa razão) a detalhadas revistas; quando para a segurança do cidadão a polícia não tem demonstradamente recursos (e está sujeita a uma lei que a torna em grandíssima medida inoperante), mas para tentar conter dentro de limites tidos por aceitáveis os "adeptos" - seres acima da lei que fazem fechar ruas e perturbam o sossego com a sua simples passagem em turba, insultando e vandalizando impunemente - se mobilizam centenas de agentes e vasto equipamento; quando as coisas são assim, só uma atitude seria correcta, civilizada, imposta pelo mais simples bom senso: a ilegalização do futebol, por tempo considerável, e uma ferossíssima acção policial e penal sobre esses adeptos.
Costa