Anda pelo Facebook uma discussão acesa sobre a melhor atitude a tomar por um monárquico face às eleições presidenciais que se aproximam para a qual julgo convém imprimir alguma racionalidade.
1 - Votar: Nada impede moralmente um monárquico votar numas eleições presidenciais, quando na sua consciência mais altos valores se elevarem.
2 - O voto branco: esta opção presta-se facilmente à fraude.
3 - A abstenção: se esta for muito significativa pode (se os media e os agentes políticos assim o entenderem, o que não é liquido) colocar na agenda o tema da legitimidade do regime. Por outro lado este "não gesto" legítimo confunde-se com a irresponsabilidade dos comodistas ou alienados, não significando uma mensagem política clara contra a república.
4 - O voto nulo: tem a vantagem de explicitar um protesto contra o regime, no entanto contará como voto expresso com efeitos na eleição: deduzindo-se à abstenção obriga o vencedor a aumentar o score para a maioria.
Como em tudo na vida, não há uma receita "absoluta" e são legítimas diferentes opções, sendo que pela minha parte escolhi votar nulo.
Isso é muito vago.
ResponderEliminarNão pode ser mais explicito Um rei de paus, de copas, de espadas ou de ouros?
É que este povo é lerdinho das ideias.
E eu quero uma princesa!
ResponderEliminarNão pode ser antes um IMPERADOR?
ResponderEliminarOnde está o império? :-)
ResponderEliminarOra essa, reconstrua-se!
ResponderEliminarEu quero uma Rainha! Ou um arquiduque! Eu quero o Noddy ou o Ruca! Isto, voto nulo, por voto nulo, tanto faz.
ResponderEliminarCá por mim vou abster-me de votar. Também pensei em inutilizar o meu voto com uma frase semelhante à que o João sugere, mas de facto para "eles" o que é importante é a abstenção; há que ter em conta que para esta eleição só contam os votos validamente expressos. Provavelmente o meu "não voto" terá mais valor que a inutilização do mesmo.
ResponderEliminarEu já ficava contente com um Bolo-Rei.
ResponderEliminarCaro João Távora, a eleição presidencial, na minha modesta opinião, não é uma questão de regime, é certo que elegemos o Chefe de Estado, mas podiam ser como os romenos e eleger o rei para tal lugar. Em primeiro lugar temos que eleger alguém que saiba exercer o poder moderador, contra certos políticos imoderados e imorais.
ResponderEliminarAssim à direita apenas resta uma solução votar Cavaco, enquanto que à esquerda ainda podem optar por Nobre ou (com algum jeitinho) em Lopes!
Já aqui expressei um erro que se está cometendo.
ResponderEliminarO voto nulo tem o mesmo efeito que o voto em branco. Não entra para nenhuma contagem, por isso em nada afecta o score dos candidatos. Não é considerado voto expresso.
Rainha já sou e tenho um princípe con(sorte)!
ResponderEliminarEu quero os 4 ases, carago!
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ResponderEliminarVai uma humilde opinião de um monárquico do coração (e da razão):
1º - Pelos comentários infra, percebe-se que os republicanos não se entristecem com o triste naipe de candidatos em parada.
2º - Nem se envergonham.
3º - O voto dos monárquicos, nestas eleições de via (e ainda vai a tempo) ser organizado e difundido. Opções:
a) - Voto em branco - tem o inconveniente de ser interpretado como um voto de um republicano que não gosta de nenhum candidato. Tout court. Não ofusca a República.
b) - Voto nulo - valida o argumento de que as pessoas se enganaram (pudera!, são tantos os candidatos)
c) - Abstenção - só serve para o argumento de que o povo está descontente com os políticos.
Em suma: organize-se uma tomada de posição e dê-se-lhe publicidade.
Como?
A bloga é um meio adequado. Defina-se uma estratégia e anuncie-se qual.
O resultado pretendido: saibam os portugueses quantos monárquicos portugueses somos.
Sem medo de candidatos Alegres.
Só para que todos percebam.
Na mouche, caríssimo João. Partilho inteiramente da sua opinião.
ResponderEliminarhehehe, pois agora é que se vai ver o peso dos monárquicos ;. João Afonso Machado, eu acho que você se acaba de arrepender desse repto. Poucos lhe vão ligar. Fica com uma dúzia de blogues amigos e a indiferença da grande maioria dos portugueses. Pois claro que vamos todos perceber, pois claro que é desta.
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ResponderEliminarOh amigo Pedro. V. é pior que o José (dito Staline). Eu não lancei nenhum repto. Apenas emiti uma opinião que fica onde fica.. É calro que os monárquicos não se vão organizar a partir deste comentário.
Aliás, o grande mal dos monárquicos é não se organizarem.
Por isso, os republianos continuam a rir e a republicanizar, se é que me faço entender.
Nada de conclusões e ilacções precipitadas, Sr. Pedro.
E quando vir um voto em branco, lembre-se de um monárquico - eu.
E também se pode lembrar de mim... Monarquia SEMPRE.
ResponderEliminarFez bem em recuar.
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ResponderEliminarRecuar?
Pedro, faça o favor de ler o que está para trás, mas desta vez com atenção.
Já decidi pela abstenção. Mais de 50% de ausências, será um claro sinal que só os fanáticos não verão.
ResponderEliminarUm voto nulo, não é sequer contabilizado. É também, o voto do tontinho lá do bairro, do rapazola irresponsavel que faz bonecos. O voto branco é um voto perigoso. É para todos os efeitos um boletim disponível.
ResponderEliminarA abstenção, por mais leituras que tenha, significa sempre descontentamento. Ou, quando muito que o cidadão perante a escolha decidiu nem sequer se dar ao trabalho de lá ir. Uma grande abstenção tem peso. Uma grande percentagem de votos nulos não tem nenhum peso.
Se algum grupo, por exemplo, os monárquicos se quer fazer ouvir, não é a reboque de nenhuma eleição. É por eles próprios e pelas propostas que tenham a apresentar ao país.
Tal como diz João, não há uma "receita". Fica ao critério de cada um.
Marquesa de Carabás
ResponderEliminarEu li: "organize-se", "defina-se uma estratégia", vamos lá a ver quantos portugueses monárquicos existem... Who cares! Alguém ligou? Entre o número de adeptos portugueses da monarquia e o número de adeptos e sócios do Beleneses, não há grande diferença. Mas são todos estimáveis, não digo que não.
ResponderEliminarSomos muito mais.
Vou-lhe dar um exemplo de politicos dos partidos assumidamente monárquicos:
Rui Carp, Antº Lobo Xavier, Nogueira de Brito, Teresa Costa Macedo, Manuela Aguiar, Paulo Portas, Telmo Correia, Rui Gomes da Silva, Mota Soares, Fernando Ruas...
Também os há no PS, mas esss não gostam que se fale nisso. Enfim, como monárquicos não se organizam.
Mas faça o seguinte: consulte a lista de filiados na Causa Real.
Vai apanhar uma grande surpresa.
Bem, esse ai em cima já fazem uma jantarada... Qual a utilidade dessa lista? E onde está a lista da população filiada na Causa Real? Fui ao site e não encontrei. São mais do que os sócios do Belenenses? Como eu disse, ningém liga. Ou está tudo muito bem assim, ou são inúteis para a tal Causa Real.
ResponderEliminarEu também quero um rei mas tem de ser referendado de 5 em 5 anos...
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ResponderEliminarCom esta lista só lhe quis demonstrar que existem inúmeros monárquicos envolvidos na vida política em partidos de diversas ideologias.
Por ali V. pode ver que há deputados, ministros, dirigentes partidários, etc, etc, que intervem na política da república mas são monárquicos.
Um deles não lhe digo agora quem é. A seu tempo o farei e será um espanto para muio boa gente.
Quanto ao resto, tem de perguntar aos cidadãos. Façaum inquérito. Garanto-lhe uma surpresa enorme. Muito maior do que o estádio do Beleneneses...
Façam vocês o inquérito. Organizem-se, pá. Caro, se vocês não se maçam, porque hão-se maçar-se os outros?
ResponderEliminarTalvez o de Paus ...nas suas costas !!!
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ResponderEliminarPorque a curiosidade é sua. Nós estamos muito bem e confiantes.
Olha o às de copas a fazer-se ao pau.
ResponderEliminarJá encontrei o candidato que há-de levar o meu cartão vermelho às elites portuguesas, esse candidato é o José Manuel Coelho.
ResponderEliminarPalhaço e maluco é o povo que vota sempre da mesma maneira esperando obter resultados diferentes!