Evangelho segundo São Lucas 23, 35-43
Naquele tempo, os chefes dos judeus zombavam de Jesus, dizendo: «Salvou os outros: salve-Se a Si mesmo, se é o Messias de Deus, o Eleito». Também os soldados troçavam d’Ele; aproximando-se para Lhe oferecerem vinagre, diziam: «Se és o Rei dos judeus, salva-Te a Ti mesmo». Por cima d’Ele havia um letreiro: «Este é o Rei dos judeus». Entretanto, um dos malfeitores que tinham sido crucificados insultava-O, dizendo: «Não és Tu o Messias? Salva-Te a Ti mesmo e a nós também». Mas o outro, tomando a palavra, repreendeu-o: «Não temes a Deus, tu que sofres o mesmo suplício? Quanto a nós, fez-se justiça, pois recebemos o castigo das nossas más acções. Mas Ele nada praticou de condenável». E acrescentou: «Jesus, lembra-Te de Mim, quando vieres com a tua realeza». Jesus respondeu-lhe: «Em verdade te digo: Hoje estarás comigo no Paraíso».
Da Bíblia Sagrada
ResponderEliminarCaro João:
Há a expressão final do centurião/decurião (?) - «este era o Filho de Deus».
A História ultrapassa o mito e traduz a realidade.
Abraço.
Um abraço, caro João!
ResponderEliminarPois é. Zomba-se muito do semelhante, sem o conhecer. Aponta-se e julga-se, mas os telhados de cada um, por vezes,são tão vítreos. Fala-se de Deus, anda-se com o credo na boca, benze-se o peito e cantam-se louvores,mas quando nada é dito do coração e tão só da boca « é que são elas». Por isso, a bíblia nos fala de portas estreitas, de ferros, de pedras, do julgamento dos homens em suma. A hipocrisia, essa, persiste em morar mais nuns do que noutros.
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