O custo da dívida portuguesa há muito que deixou de ser um problema de comunicação; ao contrário, trata-se duma indisfarçável questão de facto, de substância. Por ora parece-me gratuita demasiada preocupação com os “discursos”, venham do ministro das finanças, venham de Angela Merkel, que digam uma coisa ou o seu contrário, nada disso comove os mercados. Nas empresas como na política as relações públicas, por mais competentes que sejam não dispensam uma realidade cooperante, um produto sólido ou ideia coerente.
Originalmente publicado aqui
Para grande espanto meu, até já ouvi alguns dirigentes europeus, grandes apóstolos do neo-liberalismo, falarem da "irracionalidade dos mercados" a propósito desta coisa do sobe e desce das taxas de juro das dívidas soberanas.
ResponderEliminarEstá na altura de Portugal sair da Europa.
ResponderEliminarSempre que Portugal virou-se para a Europa foi o seu desastre.
Os bifes,os boches e os franciús que continuem a entreter-se com essas merdas da Europa,e Portugal deve descer o Atlântico Sul e subir o Atlântico Norte e virar-se para esses lados e montar as suas novas feitorias.
O futuro está no Mundo Novo. Não nesta Europa velha, rabujenta e caquética.
Neste fim-de-semana exercitem comigo: um bom mamguito para a Europa!
A pobresam continua a aumentar, e ainda só existem dois culpados, as agências e a Merkel.
ResponderEliminarPor cá, como de costume, não há culpados.
Esqueçam a Merkel, o Sócrates e o Teixeira dos Santos. Concentrem-se antes na loura que acompanha o Ministro das Finanças nas deslocações ao parlamento. Quem é a gaja?
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