terça-feira, 24 de novembro de 2009

Roubar prá estrada

Uns dias depois dos votos contados começaram a cair as qimondas e outras empresas sob “suporte de vida” artificial.  Passadas uma semanas da campanha eleitoral, o aumento dos impostos entra na agenda pela boca dum dos druidas regimentais, o Dr. Constâncio. 


Em tempos pré eleitorais, o estado das finanças publicas e o desemprego eram questões miserabilistas ou caprichos duma "Velha do Restelo". Acontece que a realidade é cruelmente linear, e as suas consequências impossíveis de evitar: é tudo uma questão de tempo, virem-nos ao bolso cobrar o descontrolo da despesa pública. 

2 comentários:

  1. E antes das eleições o sr. PGR mantinha o caso das conversas dos licenciados na UI na gaveta, por causa das coisas.

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  2. se calhar está na altura de irmos todos ao molho pra lisboa exigir o óbvio : lay off na função pública. é o patrão deles que está à beira da falência (se é que não faliu já) , logo , como nas outras empresas todas , os senhores funcionários de montes de serviços de polir esquinas podem ficar 2 dias em casa e receber em conformidade.
    podia ser o constâncio o 1º a ficar em casa . afinal nunca sabe de nada. e o que poupávamos , nossa!

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