Uns dias depois dos votos contados começaram a cair as qimondas e outras empresas sob “suporte de vida” artificial. Passadas uma semanas da campanha eleitoral, o aumento dos impostos entra na agenda pela boca dum dos druidas regimentais, o Dr. Constâncio.
Em tempos pré eleitorais, o estado das finanças publicas e o desemprego eram questões miserabilistas ou caprichos duma "Velha do Restelo". Acontece que a realidade é cruelmente linear, e as suas consequências impossíveis de evitar: é tudo uma questão de tempo, virem-nos ao bolso cobrar o descontrolo da despesa pública.
E antes das eleições o sr. PGR mantinha o caso das conversas dos licenciados na UI na gaveta, por causa das coisas.
ResponderEliminarse calhar está na altura de irmos todos ao molho pra lisboa exigir o óbvio : lay off na função pública. é o patrão deles que está à beira da falência (se é que não faliu já) , logo , como nas outras empresas todas , os senhores funcionários de montes de serviços de polir esquinas podem ficar 2 dias em casa e receber em conformidade.
ResponderEliminarpodia ser o constâncio o 1º a ficar em casa . afinal nunca sabe de nada. e o que poupávamos , nossa!