É notícia, por meios não totalmente esclarecidos, o velho Donald lá conseguiu que um jogador influente - Balogun, de seu nome, - na equipa norte-americana no Mundial de futebol, penalizado com um cartão vermelho no anterior jogo, visse relevada a sua falta e, consequentemente, pudesse alinhar contra a Bélgica nos quartos-de-final.
Julgo que Trump nunca soube antes da existência do Soccer. É excessivamente primário para, até agora, não ter ido além do futebol americano e do beisebol. Mas a "Copa" ter-lhe-á levado ao conhecimento o futebol praticado no mundo inteiro, maxime na Europa, América do Sul, Ásia e África. São povos a mais em competição e Trump acordou - Não, não podemos perder...
Porque todo o discurso da besta vai no sentido de uma Nação superior, o que ficou bem patente no transacto 4 de Julho.
Se os EUA ganharem à Bélgica colocam-se na rota das meias-finais, vale dizer, de um (quase) lugar no pódio. O que muito serve ao pretenso "nacionalismo" do inchado Donald.
Tudo já é muito mau. E faz lembrar - o que é pior - os esforços nazis para, nas Olimpíadas de 1936, afirmarem a superioridade branca sobre as outras raças. Desfeiteou-os o negro Jesse Owens - por sinal um norte-americano - na corrida pedestre que venceu e em que, por isso, os humilhou.
São as reviravoltas do mundo... Mas acredito Trump tenha por objectivo ganhar o Mundial. Procedendo em conformidade. Sendo certo que a selecção americana, em princípio, não tem pernas para lá chegar (ao pódio), resta especularmos qual a reacção do cenoura-amarelada que está lá em cima, mas já remexe o cá-em-baixo.
Está equivocado. Isto não é futebol.
ResponderEliminarPatético. È isto o produto do jornalismo.
ResponderEliminarPerdemos mas somos os maiores.
ResponderEliminarMandem vir mais uma dúzia de Martinez
Portugal Portugal
Mas prontos...
Os organizadores já foram todos.
ResponderEliminarA Europa continua a dar cartas no soccer...