sábado, 12 de março de 2022

Não tem nada a ver, mas parece

Os comentadores "alternativos", oficiais na reserva fustrados por não terem uma guerra só para si,  mal disfarçados putinistas ou "anti-globalistas" (curiosamente muitos deles simpatizantes do Chega), assim como os comunistas que estão no outro lado do espelho, nas suas posições relativistas quanto à bárbara invasão da Ucrânia pelos russos, fazem-me lembrar os portugueses que, por obscuros interesses, não tiveram pejo em se juntar ao exército napoleónico contra o reino de Portugal e os seus aliados tradicionais. Há sempre demasiados Loulés por aí. Será a história a repetir-se em forma de comédia?

8 comentários:

  1. se bem me alembro a Legião portuguesa era comandada pelo Alorna e Bichulin

    ResponderEliminar
  2. Os "alternativos" putinistas a que se refere, estavam há muito identificados, mesmo sob o disfarce cínico que sempre os caracterizou. Por isso não são uma surpresa. É vê-los agora num virote, às cambalhotas para trás e para a frente, cinicamente, meios apardalados, a deitar contas à vida. Estarão a tentar adivinhar qual será _nas próximas eleições_ o tamanho da trotinete (na melhor das hipóteses) que os levará à AR?
    Contudo, temos tendência a esquecermo-nos dos outros "alternativos"  da "espécie" aduladora e sabuja, que tenta passar despercebida. (talvez também ocupadas a deitar contas à vida). Mas temos memória de 2017, ano em que esses lambe-botas _"vendidos" aos "bolcheviques" com quem formaram a geringonça_ celebravam a URSS e só lhes faltou entoarem juntos o "Avante, camarada!". Tão amigos que eles eram... 
    (para não esquecermos nem repetirmos esses tempos que vivemos recentemente,  onde ficaram bem registadas as celebrações pelos centros das nossas principais cidades, engalanadas, garridas e com bandeiras vermelhas perfiladas ao longo das principais praças. Portugal festejava "o país dos sovietes" !!!  A tal ponto que, recordo-me, assustou muitos das pessoas que vivem entre nós, oriundas de países que estiveram sob o domínio soviético. Os refugiados ucranianos, creio que teriam olhado para nós com muita apreensão e desconfiança e encarado o nosso país com bastante hesitação...).
     
    Vamos então começar por aqui, que recordar é viver. E que ninguém diga "que não tem nada a ver":

    ResponderEliminar
  3. Durante o tempo da geringonça o trio repetia o mantra de que tinham ido "muitos avanços"! E de que maneira... hoje percebe-se que se referiam ao êxito que estavam a conseguir " a caminho do socialismo"...

    ResponderEliminar
  4. Oh! A memória! Que seria de nós se não houvesse memória e coisas "memoráveis" para nos lembrarmos!











    ResponderEliminar
  5. No tempo do «PS' s geringonça» não era de bom tom pronunciar-se a palavra "comunista" e suas derivadas. 


    Depois, cuspiram-lhes em cima.


    Hoje, tossem... e engasgam-se. 

    Deve ser das "espinhas encravadas no PS' s garganta».

    ResponderEliminar
  6. Lá vem a raivinha ao Chega ...

    ResponderEliminar
  7. ... Assim como também tenho a certeza de que eventualmente terá lido o Rui Ramos e concordado com o que escreveu:

    ResponderEliminar

No centenário da "Revolução Nacional"

  Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...