Os comentadores "alternativos", oficiais na reserva fustrados por não terem uma guerra só para si, mal disfarçados putinistas ou "anti-globalistas" (curiosamente muitos deles simpatizantes do Chega), assim como os comunistas que estão no outro lado do espelho, nas suas posições relativistas quanto à bárbara invasão da Ucrânia pelos russos, fazem-me lembrar os portugueses que, por obscuros interesses, não tiveram pejo em se juntar ao exército napoleónico contra o reino de Portugal e os seus aliados tradicionais. Há sempre demasiados Loulés por aí. Será a história a repetir-se em forma de comédia?
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
No centenário da "Revolução Nacional"
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
-
"Desencadeado a 28 de fevereiro por um ataque norte-americano e israelita ao Irão, o conflito alastrou-se a grande parte do Médio Orien...
-
Tem havido, recentemente, alguma discussão sobre a necessidade de transparência a propósito de Aguiar Branco, quer pelo que disse no 25 de ...
-
Em 1915, um obscuro periódico provinciano, " Os Ridículos ", preconizava acerca da República, que dizia encontrar-se « no seu es...
se bem me alembro a Legião portuguesa era comandada pelo Alorna e Bichulin
ResponderEliminarOs "alternativos" putinistas a que se refere, estavam há muito identificados, mesmo sob o disfarce cínico que sempre os caracterizou. Por isso não são uma surpresa. É vê-los agora num virote, às cambalhotas para trás e para a frente, cinicamente, meios apardalados, a deitar contas à vida. Estarão a tentar adivinhar qual será _nas próximas eleições_ o tamanho da trotinete (na melhor das hipóteses) que os levará à AR?
ResponderEliminarContudo, temos tendência a esquecermo-nos dos outros "alternativos" da "espécie" aduladora e sabuja, que tenta passar despercebida. (talvez também ocupadas a deitar contas à vida). Mas temos memória de 2017, ano em que esses lambe-botas _"vendidos" aos "bolcheviques" com quem formaram a geringonça_ celebravam a URSS e só lhes faltou entoarem juntos o "Avante, camarada!". Tão amigos que eles eram...
(para não esquecermos nem repetirmos esses tempos que vivemos recentemente, onde ficaram bem registadas as celebrações pelos centros das nossas principais cidades, engalanadas, garridas e com bandeiras vermelhas perfiladas ao longo das principais praças. Portugal festejava "o país dos sovietes" !!! A tal ponto que, recordo-me, assustou muitos das pessoas que vivem entre nós, oriundas de países que estiveram sob o domínio soviético. Os refugiados ucranianos, creio que teriam olhado para nós com muita apreensão e desconfiança e encarado o nosso país com bastante hesitação...).
Vamos então começar por aqui, que recordar é viver. E que ninguém diga "que não tem nada a ver":
ResponderEliminarDurante o tempo da geringonça o trio repetia o mantra de que tinham ido "muitos avanços"! E de que maneira... hoje percebe-se que se referiam ao êxito que estavam a conseguir " a caminho do socialismo"...
ResponderEliminarOh! A memória! Que seria de nós se não houvesse memória e coisas "memoráveis" para nos lembrarmos!
ResponderEliminarNo tempo do «PS' s geringonça» não era de bom tom pronunciar-se a palavra "comunista" e suas derivadas.
ResponderEliminarDepois, cuspiram-lhes em cima.
Hoje, tossem... e engasgam-se.
Deve ser das "espinhas encravadas no PS' s garganta».
Lá vem a raivinha ao Chega ...
ResponderEliminar... Assim como também tenho a certeza de que eventualmente terá lido o Rui Ramos e concordado com o que escreveu:
ResponderEliminar