Há quase uma semana o Observador resolveu traduzir uma porcaria qualquer de um jornal qualquer sugerindo que uma menina de onze anos tinha morrido com covid e não tinha patologias prévias.
Pois bem, depois da autópsia, é evidente que a menina não morreu por causa da covid, tendo morrido durante uma cirurgia de urgência por causa de uma situação urgente que não tinha nenhuma relação com a covid e o que o Observador faz é mudar o titulo, pôr uma nota a dizer que a notícia foi actualizada, e siga a banda.
Não, Observador, a notícia não foi actualizada, a notícia é outra, desmente cabalmente a primeira, como logo na altura era evidente que era o mais provável e o mínimo dos mínimos era o Observador fazer um desmentido claro e um pedido de desculpas sem mimimis.
O que fizeram ao publicar a primeira notícia é uma vergonha de jornalismo, na verdade, é a mera publicação de um boato, o que fizeram agora é acrescentar indignidade a essa vergonha.
Que tristeza, se o Observador faz isto, já não sei em que jornal confiar. Penso que em nenhum.
ResponderEliminarA campanha de terror do Observador sobre a pandemia é simplesmente ridícula. O Observador já só vale por alguns colunistas...
ResponderEliminarNunca li notícias em tal sítio... Sugiro que façam o mesmo.
ResponderEliminarHá muito tempo que o Observador deixou de ser um jornal a sério. Tirando alguns artigos de opinião, as notícias são apresentadas de forma a serem sensacionalistas, sem critério e pouco fundamentadas na maior parte dos casos.
ResponderEliminarPena.
ResponderEliminarÉ assim! Sempre que a coisa não agrada à PROPAGANDA OFICIAL temos de ajustar a realidade...
Vejamos outro exemplo clássico, desta feita de outra máquina de produzir PROPAGANDA, mas do Reino [des]Unido!
Escreveu o "The Guardian" a propósito da vacina da Rússia para a gripe de 2019/2020:
"
Henrique, impressionante de facto. O seu pupilo foi logo a correr acusar o Observador. Ja sobre as publicações sobre os dados do brasil..... habilidosamente manipuladas pelo seu pupilo que sabe muito bem que os dados nao estao actualizados em Agosto..... essa publicações nao merecem uma errata! Impressionante nao é ?
ResponderEliminarO Observador esse sim veio corrigir a noticia
Mas.... quem diria ja viu ? O observador agora ja nao presta.....
Quando era para ser
O que tem sido feito instilando o terror, de forma consciente e totalmente desadequada (dolosamente) nas populações, é um autêntico crime. O medo mata! O que mais impressiona é a escala brutal e o modo organizado como isto tem sido feito. Políiticos e jornalistas deveriam num futuro breve, ser chamados à pedra, e serem condenados judicialmente e de forma exemplar pela criação desta monstruosidade.
ResponderEliminarInfelizmente desconfio que isto nunca irá ocorrer... eu também estou com muito medo, mas é medo da nova sociedade e do novo mundo que me aguarda a mim e aos meus filhos. Hoje sou uma pessoa profundamente transformada, estou revoltado e perdi a inocência e respeito pela maior parte das instituições que nos governam ou que de uma forma ou doutra mais influenciam a nossa vida. Provavelmente não serei o único, e desconfio que está criado o caldinho certo para outro tipo de transformações na sociedade em anos vindouros e com potencial catastrófico...
Por falar em mau jornalismo. E aquela peça vergonhosa do Observador sobre o Passos Coelho? Não sei se leu, mas está cheia de contradições, não sei se intencionais para baralhar os leitores ... Começa por dar destaque com foto de 1ª página e título com insinuação caluniosa e com suspeições sobre a pessoa em causa. Depois, a própria notícia recua, acabando a contradizer-se e já a admitir que uns pagamentos* enviados a um tal "Príncipe" (nome de código) afinal não podiam ter sido ao PPC, uma vez que as datas não coincidiam, pois os tais pagamentos já vinham de trás e estavam a ser feitos continuadamente desde os anos de 2008 e 2009 em várias tranches e SEMPRE relacionados com a barragem do Baixo Sabor e a Odebrecht (Brasil). segundo o Min.Púb. no Brasil. Entretanto, também informam o leitor que no ano de 2015 (no fim de Março e início de Abril) ainda houve as últimas transferências SEMPRE para o tal "Príncipe" e SEMPRE com a mesma origem e que JÁ estariam programadas, conforme apurou também o MIn. Púb. do Brasil.
ResponderEliminarO Observador já era.
ResponderEliminarInfelizmente.
Meia dúzia de artigos de Opinião e o resto não presta.
RIP!
Simplesmente Vergonhoso!
ResponderEliminarInfelizmente não é só o observador, toda a imprensa é cúmplice neste tipo de manipulação. Veja o caso de Reguengos por exemplo, em que a grande maioria dos velhotes morreu de desidratação e não de covid.
ResponderEliminarA quem é que interessa manter esta paranóia colectiva?
Estou certo que iremos ter umas surpresas.
Aguardemos.
E quando a política se mete pelo meio...então fica o caldo entornado. e parece que foi o caso.
ResponderEliminarAcho que é o melhor jornalismo que temos e o único credível. Não são correias de transmissão de ninguém. Vão contra a corrente da ideologia dominante de esquerda. Só isso me bastava, mas tem muito mais: tem jornalistas de excelência sem medo, que pensam e escrevem de forma livre, sem submissões e imunes a quaisquer pressões. Ali respiramos ar puro.
ResponderEliminarConcordo que haverá, porventura, um ou outro artigo de fundo menos conseguido, de jornalistas talvez menos experientes por serem mais jovens. Mas farão o seu caminho e ganharão calo, é só uma questão de tempo. Há lá bons mestres!. Também é de uma qualidade muito apreciável a Rádio Observador, com rubricas e entrevistas magníficas.
É bom que exista este jornal, um caso à parte, no meio deste pântano que é actualmente a comunicação social.
Sugiro que experimente lê-lo. Acredite que vale a pena. (Cometerá eventualmente alguns erros? Talvez. E a perfeição existe?) É do melhor jornalismo que temos presentemente. Considero o Observador o sítio onde se faz a melhor análise da actualidade política e social (e não só). Este jornal tornou-se o principal incómodo do governo e por isso, o mais perseguido (e à descarada). Lembremo-nos do caso das atribuições dos subsídios. Contundente, livre, não faz cedências aos poderes vigentes, antes denuncia os seus "podres", os seus fiascos e não se deixa "comprar". Fiável, portanto. E não é dizer pouco, num tempo de jornalistas-lacaios, que se dão mal com a liberdade, com o pluralismo, mendicantes, corruptos e "vendidos". Como toda a gente sabe, o jornalismo vigente transformou-se na principal agência de propaganda do poder político.
ResponderEliminarNão concordo. Hoje, quando quero ler sobre assuntos da actualidade, já só os encontro escritos com verdade factual e rigor sem peias no Observador e até mesmo em alguns blogs frequentados por bons jornalistas onde escrevem sobre as verdades inconvenientes. De outro modo estaríamos atolados na propaganda ideológica _"de sentido único"_ que nos querem impingir.
ResponderEliminarHá notícias de determinados acontecimentos em outros países que só vamos conhecendo e sabendo porque o Obs. informa. Contudo, noutros meios de comunicação nem são noticiados. Muito pelo contrário, até são muito convenientemente silenciados, porque põem em causa a "ideologia" e contrariam as "agendas".
De uma forma geral, ao jornalismo já só lhe restou tornar-se o bajulador dos poderosos. Leiam-se os títulos ... são só encómios. Chegam a ser cómicos. Quem os desmonta bem e àquele contorcionismo todo é a Helena Matos.
Estava em viagem quando ouvi a notícia da vacina russa pela rádio. Sorri para mim próprio: havia notícias de vacinas promissoras de ingleses, israelitas... E a vacina parecia ser a esperança da humanidade.
ResponderEliminarNos noticiários que se sucederam ouviram um "especialista" (em imunologia?, não sei...) que declarou que era duvidoso que uma vacina para o covid pudesse ser eficaz. Não a russa, qualquer vacina....
Depois, ouvi a versão que os russos era feios porque haviam saltado uma das fases. Depois ainda continuaram, mas deixei de ouvir.
Afinal de contas, essa coisa da vacina não interessa para nada. Se for russa.
Pode ter havido imprecisões na questão da covid ou exageros. Concordo. Mas sejamos honestos, o Observador não é, nem pretende ser, um jornal ou revista científica. É natural que cometa alguns erros. Não se pode ser assim tão implacável com um jornal, quando até cientistas, investigadores, virologistas, imunologistas, matemáticos, médicos e os laboratórios andam aos papéis. Todos já disseram tudo e o seu contrário!
ResponderEliminarO problema é que os jornalistas do Observador, não os seus colunistas, nunca disseram o seu contrário, dizem sempre o mesmo, incluindo inventar mortes por covid de meninas de 11 anos para não ter de sair do guião que seguem
ResponderEliminarBom, HPS, então são coerentes :-)))
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