Anda p'raí uma divertida discussão nas redes sociais sobre a possibilidade da direita moderada arranjar um candidato presidencial contra Marcelo e contra Ventura. O que eu estranho é que ao fim de tantos anos não tenham entendido o problema. Talvez que as energias fossem melhor aplicadas a rever o nosso sistema político e diagnosticar as suas fragilidades. E considerar a hipótese duma solução em que o Chefe de Estado, que representando a Nação, estivesse salvaguardado do sectarismo partidário e da chicana política. Isso é que era ambição. E não me venham dizer que o regime funciona bem assim, porque o facto é que o nosso lugar é na cauda da Europa.
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Quantos são? Quantos são?
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Acho pouco provável que um rei não tenha preferências politicas.
ResponderEliminarAcho preferível ter um chefe de estado que pode ser mudado de cinco em cinco anos. Não ficamos décadas presos a uma má escolha. Que nem será escolha no caso de um monarca.
Estamos há "décadas presos a más escolhas", renováveis...de 5 em 5 anos.
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