"Quanto perderam os portugueses que trabalham no sector privado, que têm empresas ou que trabalham por conta própria nestes 9 anos, 4 meses e 2 dias?" E a nós quem nos devolve o que perdemos?
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ResponderEliminarNão há direita em Portugal.
ResponderEliminarUm poio de caca a cada deputado que votou o Nogueirovitch.
... armas aos cidadãos já!
O prof. Pedro Cosme teve a coragem de dizer o óbvio [ http://economicofinanceiro.blogspot.com/2018/09/o-problema-dos-imigrantes-e-refugiados.html ]:
ResponderEliminar- são muitos os funcionários públicos (entre muito outro pessoal) que se consideram elite do sistema!
---»»» A elite deste sistema que fique com a sua mão-de-obra servil ao desbarato, mas que não chateie os povos autóctones que procuram sobreviver pacatamente no planeta: leia-se separatismo-50-50.
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Ao mesmo tempo que reivindica para si regalias acima da média (trata-se de pessoal que está num patamar acima da mão-de-obra servil) a elite deste sistema quer ter ao seu dispor mão-de-obra servil ao desbarato.
-» Mais, pululam por aí muitos investidores da mesma laia dos construtores de caravelas: reclamam que os seus investimentos precisam de muita mão-de-obra servil para poderem ser rentabilizados.
-» Mais, a elite deste sistema em conluio com a alta finança (lucram milhares de milhões em especulação financeira) e em conluio com migrantes que se consideram seres superiores no caos... não falam na introdução da Taxa-Tobin como forma de ajudar os mais pobres... querem é que a ajuda aos mais pobres seja feita através da degradação das condições de trabalho da mão-de-obra servil.