A exibição da série 007 que com diferentes actores protagonistas se mantém desde os anos cinquenta e que por estes dias podemos ver no Canal AMC comprova-o: o mais relevante progresso tecnológico dos últimos 40 anos tem que ver com os “efeitos especiais” no cinema. De resto, tirando o tratamento da informação, a sua portabilidade e a robótica (coisas de duvidosa utilidade), as mais decisivas realizações tecnológicas são já antigas – a última ida do Homem á Lua aconteceu nos anos 70, e desde então a duração de uma viagem de avião entre Lisboa e Nova Iorque não tem progressos significativos, assim como os standards da Alta-Fidelidade ou da locomoção automóvel. Há mais de quarenta anos que o progresso encalhou e vivemos iludidos pelo circo digital.
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Pois, é sabido que a máquina de lavar roupa foi uma invenção mais importante do que a internet.
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ResponderEliminarA culpa é tua João Távora, pois em vez de estares aqui a escrever no blog devias estar a fazer evoluir motores de avião e a aerodinâmica dos mesmos.
Também devias analisar a física dos materiais que são utilizados na construção de aviões.
Outra coisa que não deve ter evoluído dos anos 70 até agora é na área da psiquiatria.
Ehehehehehe!
ResponderEliminarDou-lhe 20 valores, porque não posso dar mais....
É o chamado ludismo lunático. Se percebi bem, efeitos especiais no cinema são mais relevantes do que a fertilização in vitro, a sequenciação do genoma, os progressos na luta contra os diversos tipos de cancro, os anti-retrovirais que transformaram a SIDA de doença mortal em doença crónica. a investigação em células estaminais e o Laege Hadron Collider (a maior e mais complexa máquina construiída pelo homem). Ok.
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Francamente! Muitos literatos disseram o mesmo quando a máquina a vapor começou a substituir os cavalos...
Está-se a esquecer do Concorde. Deixou de ser rentável, na minha modesta opinião, porque os milionários que o usavam passaram a ser bilionários e a ter o seu transporte aéreo próprio.
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