terça-feira, 24 de outubro de 2017

Estamos nisto

O partido que não vê a menor questão em ter um revolucionário anti-capitalista e adversário da democracia burguesa representativa no Conselho de Estado e o Banco de Portugal, dois pilares do regime capitalista liberal consagrado na nossa constituição e contestado pela pessoa em causa, acha inacreditável que quem desempenhou funções técnicas numa empresa que tem excelentes resultados numa matéria complexa, seja chamado a pôr ao serviço do Estado, numa posição eminentemente técnica, toda essa experiência e know-how, por causa de um suposto conflito de interesses.

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