Esta manhã na praça dos Restauradores tiveram lugar as cerimónias do 375º Aniversário da Restauração da Independência de Portugal. Se eu não tivesse presenciado estas emotivas celebrações, não podia adivinhar a dignidade que a Sociedade Histórica da Independência de Portugal e uns quantos patriotas teimam imprimir a este acontecimento que a agenda mediática condena à quase clandestinidade. O problema não está na indiferença da cidade que bule indiferente à nossa volta num dia de trabalho normal. Está a montante na boçal adolescentocracia em que vivemos.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
"Nós sabemos muito sobre o branco, mas o branco não sabe sobre nós"
A frase é de Isabèl Zuaa, sobre quem já escrevi uma vez . Mas, neste caso, não é da entrevista de Isabèl Zuaa que quero falar, mas da opçã...
-
Li esta frase num texto de um comentador que leio habitualmente com gosto e proveito, no meio de outras como "segundo qualquer observad...
-
"Grossa asneira" foi como um amigo meu classificou o que fizeram Fernando Alexandre e Alexandre Homem Cristo. Quando perguntei qua...
-
Sabendo de como é coisa complexa e eu sei pouco do assunto, não perdi muito tempo a ver os pormenores das alterações ao código do trabalho. ...
dou a devida importância histórica à Casa de Bragança
ResponderEliminare a pessoal ao seu actual representante.
nunca apreciei a duquesa andalusa que se tornou rainha.
creio que foi em Stendhal que vi uma referência ao Pinto.
adoro a 'saída' pela janela
na década de 80 participava nuns almoços na Soc de Geo.
D. Duarte estava solteiro. havia uma reunião de monárquicos sobre a escolha de um possível pretendente. senti nojo do que ouvi e desapareci