quarta-feira, 2 de julho de 2014

faz hoje um ano

Não fora Passos Coelho e teria desabado a tempestade perfeita. Não desabou, apesar da desconfiança e dos presságios, das apostas e dos vaticínios de fim de ciclo. O primeiro-ministro não deixou. Sem perder a cabeça ou a bússula, sem lhe ocorrer aquele tique nosso conhecido do “abalar”, sem cair na aflição ou no desnorte, tomou em mãos a ocorrência e ao fazê-lo impediu – entre outras coisas – um segundo resgate. Com as fatais – inimagináveris? – consequências que daí adviriam.


 

2 comentários:


  1. ...que o CDS acabou;
    Que razões existem para o CDS ser escolhido por um eleitor?
    Partido que defende a presença moderada (ou mínima) do Estado pertenceu a um governo confiscatório.
    Partido incumbido de fazer uma arquitetura de "reforma do Estado" oferece uma moção.
    Partido cuja justificação discursiva é a conservação no poder a troco de "desígnios nacionais" e que perde a sua doutrina.
    Colaborou, ou propôs extinção de câmaras? Colaborou ou propôs redução assinalável de despesas com responsabilidades das PPP´s? Colaborou ou propôs algo de significativo na energia? Colaborou ou propôs a redução efetiva de assessores e da restante aristocracia (baronato) da república?
    Zero.

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