quarta-feira, 12 de março de 2014

Que tal darem lugar aos mais novos?

A ler, a "Carta a uma Geração Errada", aqui.

4 comentários:

  1. Por serem novos não serão necessariamente melhores.


    Eu quero os melhores a puxar pelo meu país. Dispenso tolices de choques geracionais.


    A geração Relvas é parte dos mais novos?
    Eu dispenso esses novos como dispenso os menos novos do manifesto.

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  2. "E Pedro Marques Lopes, é claro, que agradece toda a ocasião de por-se em bicos dos pés e dizer coisas como a Georgina. E Pedro Adão e Silva, evidentemente, que assinou o programa político de Sócrates, e mais facilmente assina este. (Pacheco Pereira não assina, quer porque a inteligência lho proíba, quer porque a vaidade o impeça de ir em grupos.)"


    Muito bem. Já agora, quem é Pedro Marques Lopes? Que relevância tem este personagem de ópera bufa, conhecido só porque aparece, tipo "jet set" da Porcalhota?

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  3. Já agora lembrar ao "boneco" que escreveu a carta:
    1. Não fosse um velho como o Balsemão e não teria emprego e tribuna para se evidenciar nas babuseiras.
    2. Dar lugar aos novos? mas não são os novos que tomaram conta do poder, quando foram ao pote?
    3. Quem pagou os estudos aos novos?
    4. Boneco, geração errada é a tua. É uma geração que nunca fez nada, começou a trabalhar tarde (os que fazem algo) e tem o maior numero de idiotas e impreparados por metro quadrado.

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  4. Dar lugar a quem? aos mais novos? A uma geração jovem altamente qualificada, que andou muito por escolas e universidades mas que estudou pouco e que aprendeu e sabe na proporção do que estudou. Uma geração que colecciona diplomas com que o país lhes alimenta o ego insuflado, mas que são uma ilusão, pois correspondem a pouco conhecimento teórico e a duvidosa capacidade operacional.
    A uma geração que vai a toda a parte, mas que não sabe estar em sítio nenhum. Uma geração que tem acesso a informação sem que isso signifique que é informada; uma geração dotada de trôpegas competências de leitura e interpretação da realidade em que se insere.
    Uma geração habituada a comunicar por abreviaturas e frustrada por não poder abreviar do mesmo modo o caminho para o sucesso. Uma geração que deseja saltar as etapas da ascensão social à mesma velocidade que queimou etapas de crescimento. Uma geração que distingue mal a diferença entre emprego e trabalho, ambicionando mais aquele do que este, num tempo em que nem um nem outro abundam.
    Uma geração que, de repente, se apercebeu que não manda no mundo como mandou nos pais e que agora quer ditar regras à sociedade como as foi ditando à escola, alarvemente e sem maneiras.
    Uma geração tão habituada ao muito e ao supérfluo que o pouco não lhe chega e o acessório se lhe tornou indispensável.
    Uma geração consumista, insaciável e completamente desorientada.
    Uma geração preparadinha para ser arrastada, para servir de montada a quem é exímio na arte de cavalgar demagogicamente sobre o desespero alheio. É hora é de cortar a mesada...

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