Para além de ter os miúdos de férias em casa, um pequeno giro matinal deu-me para constatar que os correios, a junta de freguesia e a farmácia estão fechados. De Cavaco nos anos oitenta à actualidade de Passos Coelho e da Troika comprova-se que o Carnaval para os portugueses é uma fatalidade. As coisas são como são: foliemos, portanto.
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O país quer trabalhar, os portugueses é que não querem!
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