sábado, 22 de fevereiro de 2014

Recortes

(…) O crédito “neoliberal” possibilitado pelo euro passou a ser a primeira ferramenta dos governos socialistas, do keynesianismo alcatroado e do Estado social. Guterres e Sócrates não reduziram a função pública e também recusaram qualquer reforma ao sistema de pensões, porque tinham à mão o tal crédito “neoliberal”. É por isso que é tão absurda a falácia dos últimos anos. Não, não há abismo entre Estado social e mercados, porque o Estado social é o maior cliente das praças financeiras; sem os mercados, os salários da função pública seriam infinitamente mais pequenos porque dependeriam da nossa receita fiscal. (…)


 


“Gaspar tem Razão” Henrique Raposo hoje na sua crónica do Expresso

1 comentário:

  1. Caro Joao, em nome da verdade, é caso para dizer que falta alguém dar um pouco de  CAVACO a essa visão tão parcelar da realidade...

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