Em França há gente de coragem que assume as suas convicções e em pleno respeito pelo jogo democrático vai à luta. Assim se justifica que o governo francês tenha deixado cair o programa "ABC da igualdade" do ministro Vincent Peillon que previa a implementação das chamadas “teorias do género” com iniciativas como as escolas deixarem de comemorar o dia do pai ou da mãe e a sugestão de no Carnaval os rapazes e raparigas se mascararem no seu sexo oposto. É aliás com grande frontalidade que o mesmo ministro considera que “não se pode construir um País de liberdade com a Igreja Católica” e que "é preciso liquidar o catolicismo".
De resto, convém termos presente que, atreitos à moda francesa como são os políticos portugueses, é de prever que "a coisa" mais dia menos dia bate-nos assim à porta também.
Vincent Peillon "é preciso liquidar o catolicismo"
"a sugestão de no Carnaval os rapazes e raparigas se mascararem no seu sexo oposto". Mas isto é uma antiga tradição portuguesa de Carnaval. A inversão simbólica da ordem social é a própria essência desta festividade. Isto já se sabe desde os antigos estudos do Van Gennep sobre as festividades ciclícas tradicionais.
ResponderEliminarAo menos já falam abertamente. Sabemos claramente o que pretendem. Hoje a UE aprovou o relatório Lunacek.
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