domingo, 9 de fevereiro de 2014

Livre, mas nem tanto

Curioso como o partido intitulado "Livre" de Rui Tavares afirmou em comunicado não ter espaço para militantes monárquicos. Rejeitariam por exemplo Ribeiro Telles, um homem verdadeiramente livre. Gente pequenina, pois. 


 

10 comentários:

  1. É compreensível. Com tanta gente a querer entrar como queria que tivessem espaço...!

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  2. Bem parvo este post. Um partido afirma-se ideologicamente republicano. Faz uma nota a explicar esse facto. E o João Távora conclui que é uma ato de gente pequenina. 

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  3. Ainda bem. Mau era se os aceitassem.

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  4. Faltou foi acrescentar que é um jacobino fanático e ateu militante.

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  5. Não aceitam ? Oh que maçada e logo agora que íamos ter um partido universal, livre e solidário. Mas com quem ? Mais uma mesquinhice de esquerda pateta e patética a quem o povo "monárquico" irá dar a devida resposta no local certo, chutando-os para a sua origem: o caixote do lixo dos afrancesados. 

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  6. A lata deste caramelo 'Amílcar Lopes'! Achará, porventura, este artista do 'mini-bloco', prestes a desaparecer do mapa político nacional, e esse tal 'Livre' (que raio de nome!), que, em futuras eleições, não irá além dos votos das poucas centenas de pessoas que compõem os seus próprios quadros, que o  seu partidinho não é ele próprio, afinal, "essa tal espécie de agremiação de amigos, gente porreira", blábláblá? Que cambada esta esquerdalhada radical... 

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  7. Caro "De um monárquico", 
    Os miguelistas da década de 30 do século XIX ligaram e querem a expressão afrancesados de volta.
    Cumpts.

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  8. Caro beirão,
    Ainda que seja apenas uma agremiação de amigalhaços, parece-me que os fundadores do partido terem o direito a selecionar quem o integra está no plano da mais elementar razoabilidade. 
    Cumpts.

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  9. O "povo monárquico" vai votar em partidos republicanos, seja no PSD, no PS, no PCP e no Bloco, assim como vota num Presidente da Republica. Senhor "De um monárquico", vivemos numa República. 

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  10. Pois claro que vivemos numa república. Embora os ignorantes das questões constitucionais não saibam - nem queiram saber - o que define a monarquia, como o nome indica, é o facto de ser mono+arquia: o governo de UM, ainda que assistido por governantes por si nomeados; ainda que "eleito", como no caso presidencialista dos EUA, onde o Bush Jr. foi "eleito" com menos votos que o adversário do Partido Democrático! As repúblicas, que são «monárquicas» quando presidencialistas, também podem ser parlamentares, semi-presidenciais, sob forma electiva ou coroada, como no caso espanhol.
    Já o caso português é sui generis: temos um regime republicano constitucionalmente democrático, no plano formal; e um regime «de facto», no plano efectivo, ultraliberal e antidemocrático, de jogo viciado, das PPPs, dos swaps e da privatização dos CTT, da Banca e da usura, que é o verdadeiro «estado a que isto chegou», na classificação de Salgueiro Maia, ou, se se preferir, aquela república «aclamada» pelos Homens da Luta num 5 de Outubro pretérito, relacionada com bananas.

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