Chegou então a vez de Francisco de Assis de Távora, Marquês que fora de Távora. Apesar de ter evidenciado, ele também, grande coragem ao subir ao patíbulo, arrastado por dois soldados pois que ainda não tinha força nas pernas, de tão feridas que tinham ficado ao receber os tratos a que o tinham sujeito, e de se entregar nas mãos dos carrascos, não conseguiu conter grandes brados de dor e angústia enquanto estes lhe quebravam a golpes de maça os ossos das pernas e braços, até que por fim, o laço do garrote lhe abafou a voz e tirou a vida.
D. Leonor de Távora, por Luiz de Lancastre e Távora – Quetzal 2010 pp 180
executados por facínora promovido pelo jacobinismo reinante
ResponderEliminarOs maçons são mesmo umas bestas!
ResponderEliminarRefere-se com certeza a D. José I "O Reformador", pois não pensa que um rei absoluto possa ser um verbo de encher.
ResponderEliminarA menos que se dê caso de a monarquia ser um sistema que permite que haja patetas a governar.
Este crime horroroso, brutal, desumano e desnecessário, baseado em mentiras forjadas para atingir esse propósito (aqui a maçonaria teve um papel preponderante, o mesmo que foi tendo ao longo dos tempos relativamente à Realeza europeia, antes e depois deste infeliz episódio e até aos dias de hoje) que atingiu esta Nobre Família, mancha indelèvelmente o seu nome não obstante a obra grandiosa que empreendeu e deixou para a História e de certo modo o seu próprio mérito - e teve bastante - como reconstrutor da cidade de Lisboa, nos anos que se seguiram ao terramoto de 1755.
ResponderEliminarMaria
refiro-me ao marquês de pombal.a responsabilidade de muitos actos a responsabilidade não é clara.ler uma excelente biografia do marquês de pombal por camilo castelo branco
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