Não havendo acordo alargado para a salvação nacional, a decisão de Cavaco de manter o governo suportado numa clara maioria parlamentar em funções acaba por prestigiar as instituições democráticas. A Europa e o mundo civilizado não entenderia outra solução que não esta. Esta crise salda-se afinal num atraso de duas semanas de impasse que abalaram a credibilidade do governo, que não tem mais perdão nem alternativa senão reforçar a determinação e empenho no cumprimento do seu desígnio de resgate do País.
domingo, 21 de julho de 2013
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