1.224 milhões, segundo o José Gomes Ferreira. Cortar na despesa é inconstitucional.
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No centenário da "Revolução Nacional"
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ResponderEliminar1. Nem tudo é despesa como aponta. Um salário de um polícia, um diplomata, um tenente ou de um magistrado p. ex. o contribuinte vai buscar a alternativa aonde? E se não houvesse aquelas profissões? O cocktail molotov resolveria...
2. O problema está no facto de O GOVERNO ser completamente IGNORANTE (basta ver o aparelho PSD actual) em cortar na real despesa: autarquias, educação, alguma saúde, segurança social. Há necessidade no actual estado do país de uma Universidade da Madeira? ou do Algarve? ou da Beira? (é bonito e desjável mas ...noutra era...quando produzirmos). Há necessidade de Hospitais como se fôssemos o país rico que imaginamos ser?As autarquias não poderiam ser as capitais de distrito, e o distrito passava a concelho? 100 000 na rua? É verdade, mas estamos a falar de REFORMA DO ESTADO concreta, real, à medida do País que produzimos.
3. Em suma, Não Tendo Guito para tanto Serviço Público, REDUZAM-SE as coisinhas.
Diria mais. Faz sentido haver democracia?
ResponderEliminarTodas as democracias têm constituições politicas e todas as democracias têm tribunais constitucionais (ou conselhos constitucionais, com as mesmas funções) Não faz sentido ter este tribunal é numa ditadura... Você está um bocado baralhado
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ResponderEliminarEu estou descansado: o Tó Zé forma governo, mete o IVA a 45% (ainda, portanto, com uma folguita até à marca psicológica dos 50%) e o problema das contas públicas fica sanado.
De salientar que convém não queimar desde logo a marca psicológica dos 50% para nos mantermos nas baias da sensibilidade social.
E se o BCE se meter a imprimir notas - como D. Mário I alvitrou com a genialidade económica e a sensibilidade social que o caracteriza, até dá para fazer o TGV, a 3ª autoestrada Lisboa-Porto e a 3ª travessia do Tejo, para lá do túnel Algés-Trafaria.
Falidos ?! Desculpe, mas que exagero. Falidos ficaríamos todos se os funcionários publicos não recebessem o subsídio de férias sob o falso pretexto - que o TC bem evidenciou ser falso - de não haver dinheiro para essa despesa.
(E se não fosse o Pinhal a evidenciar na Comunicação Social o ridículo da mágoa dos pensionistas milionários, nem essa escapava)
Caro Pedro, nao ha nenhuma baralhacao. Queria apenas chamar a atencao para a aleatoriedade daquilo que foi considerado inconstitucional e o que foi foi considerado conforme a constituicao. A minha pergunta tem a intencao de provocar. Provocar uma discussao construtiva. Devemos reflectir serieamente sobre o que aconteceu ontem. Na nossa capacidade de pagar o que devemos (e as consequencias sobre o nivel de vida dos portugueses caso fique claro que nao podemos pagar) e no poder destas treze pessoas (ou a dimensao do texto constitucional).
ResponderEliminarÉ óbvio que devemos refletir sobre a decisão do TC, assim como devemos refletir sobre a atuação do governo. Não são estas aleatórias? O meu amigo percebe-as? Natroika não percebem como é que a economia não cresce e porque é que o desemprego cresce. Em conclusão, devemos refletir sempre sobre as decisões dos orgãos de soberania. Mas eu só estava a responder à pergunta sobre se um tribunal constitucional se justifica numa democracia.
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