(…) No fundo, as oposições só querem apostar num cenário: a ruptura da coligação, de preferência numa altura em que o ajustamento esteja consumado ou esforços adicionais sejam dispensáveis. Em Setembro, o imbróglio da TSU criou-lhes uma esperança de divórcio governamental. Como favorecer esses desentendimentos? As oposições esperam que aumentando o ruído, criando alarme, forçando incidentes, levantando escândalos alguém acabe por fraquejar. A imprensa, a perder audiências, ajuda desesperadamente: fala de radicalização do PS (Seguro a mandar redacções à troika) e chama “contestação social” às velhas liturgias dp PCP e BE. (…) A liderança do PS lembra o homem que todos os dias, antes de amanhecer, ia até à janela e dava uma ordem: sol, levanta-te. O sol levantava-se e ele continuava a acreditar que mandava no sol. A política portuguesa é, neste momento, a comédia ao lado da tragédia.
Rui Ramos no Expresso
São só comunistas, comunistas, comunistas, ccccooooommmmmmuuuuuuunnnnniiiiiisssssssttttttttaaaasssssss, comuuuuuuuu... nnniiiiiissssstttttaassssss, co co cccccooooooocoooooooo muuuuuuu niiiiiisssssssssssss tassssssssss.
ResponderEliminarFalha de energia (não há $$$$$$)
Cassete ou dvd?!
Bom texto. Também aqui :http://bandalargablogue.blogs.sapo.pt/194049.html
ResponderEliminar