sábado, 23 de fevereiro de 2013

Recortes

 


(…) No fundo, as oposições só querem apostar num cenário: a ruptura da coligação, de preferência numa altura em que o ajustamento esteja consumado ou esforços adicionais sejam dispensáveis. Em Setembro, o imbróglio da TSU criou-lhes uma esperança de divórcio governamental. Como favorecer esses desentendimentos? As oposições esperam que aumentando o ruído, criando alarme, forçando incidentes, levantando escândalos alguém acabe por fraquejar. A imprensa, a perder audiências, ajuda desesperadamente: fala de radicalização do PS (Seguro a mandar redacções à troika) e chama “contestação social” às velhas liturgias dp PCP e BE. (…) A liderança do PS lembra o homem que todos os dias, antes de amanhecer, ia até à janela e dava uma ordem: sol, levanta-te. O sol levantava-se e ele continuava a acreditar que mandava no sol. A política portuguesa é, neste momento, a comédia ao lado da tragédia. 


 


Rui Ramos no Expresso

2 comentários:

  1. Balhelhas economista vesgo23 de fevereiro de 2013 às 21:26

    São só comunistas, comunistas, comunistas, ccccooooommmmmmuuuuuuunnnnniiiiiisssssssttttttttaaaasssssss, comuuuuuuuu... nnniiiiiissssstttttaassssss, co co cccccooooooocoooooooo muuuuuuu niiiiiisssssssssssss tassssssssss.

    Falha de energia (não há $$$$$$)

    Cassete ou dvd?!

    ResponderEliminar

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