sábado, 8 de outubro de 2011

Recortes

 


Jobs fez de cada cliente um convertido e um missionário. Os seus computadores, telemóveis e tablets tornaram-se sinais de uma "comunidade". No centro do culto, estava ele. Uma vez por ano, aparecia ao vivo, perante uma congregação em êxtase, para revelar mais um "segredo". (...)
Jobs ilustra bem a célebre observação de Chesterton de que quando os seres humanos deixam de acreditar em Deus, passam a acreditar em tudo. Extinta a crença, resta a credulidade.  Rui Ramos, Expresso.

1 comentário:

  1. A bovinidade que Jobs conseguiu para a sua marca revela um génio do marketing e pouco mais.
    (Antes que me critiquem, sim, tenho um ipod...)

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