Gostei do discurso de Cavaco Silva ontem à noite: sóbrio, realista, pacificador. As palavras certas proferidas pela pessoa errada, que encontra anticorpos ou indiferença na grande maioria dos portugueses. Esse é o nosso maior drama, na conjuntura trágica a que chegámos, com o País ajoelhado perante a Europa, e a soberania penhorada aos credores por troca com uma ilusão de progresso. A falta que hoje nos faz hoje uma reserva moral, uma simbologia inspiradora, uma Instituição independente, ou uma "ficção" benigna, aglutinadora. Ai Portugal, Portugal!
Caro João:
ResponderEliminarParece o prólogo do "discurso do Rei"!!!
Caro Tiago: para bom entendedor meia palavra basta. Bom fim-de-semana!
ResponderEliminarCaro João, ele foi eleito pela maioria... por isso não há uma i9ndeferença face ao PR!
ResponderEliminarMas o Prof. Aníbal tem estado um pouco mal, promulga leis desnecessárias e até imorais para a maioria dos cidadãos, como se pode pedir sacrifícios em nome da redução do deficit quando o Estado é autorizada a adjudicar sem concurso!? Tem deixado o governo e políticos andar livremente a pilhar e rapinar Portugal, não só o Sócrates e sua malta, mas também os Dias Loureiros desta vida!
Felizmente Portugal vai Mudar com a vitória do único homem que tinha e tem coragem de dizer não ao Aníbal. Também por isso Passos Coelho vai ganhar, sendo esta a última hipótese de Portugal.
Com todos esses predicados só uma pessoa especial que os reúna em si pelas suas intrínsecas qualidades ou então uma instituição não electiva que encontra na sua comunhão com a Pátria uma relação interdependente e permanente, que resiste às flutuações de competencia dos seus representantes ao longo dos tempos.
ResponderEliminarcaro velho da Floresta: jamais eleito! Isso estraga tudo. Eleitos devem ser os "partidos", que representam "partes", jamais o Todo.
ResponderEliminarAbraço!